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Das Cinzas à Glória: A Ascensão da Sra. Jardim romance Capítulo 491

Depois do jantar, enquanto a Sra. Silveira recolhia a louça, Inês continuava por perto. A governanta então comentou:

— É a primeira vez que o jovem mestre cozinha para alguém. Nem o patrão, nem a Sra. Paz, e nem a senhorita provaram ainda do seu tempero.

Inês olhou para a Sra. Silveira, reconhecendo novamente aquele tom familiar.

— Talvez, Rodrigo pudesse preparar uma tigela de massa artesanal para os seus pais?

Rodrigo, que ainda não havia se afastado, virou-se, olhou para Inês e respondeu:

— Posso.

E assim foi.

Na manhã seguinte, Sra. Silveira embalou três porções da massa caseira e voltou para a Mansão Simões. Com o rosto irradiando uma empolgação inédita, ela foi até a sala de jantar, onde a Sra. Paz e Gustavo Simões já tomavam o café da manhã.

— Sra. Paz, patrão, o jovem mestre pediu para eu trazer este desjejum para vocês!

Apenas essa frase foi o suficiente para surpreender os dois por um momento. No fundo de suas mentes, tentavam imaginar que iguaria preciosa seria aquela para que o filho mandasse a própria Sra. Silveira entregar pessoalmente.

Isso até a Sra. Silveira colocar as tigelas de massa diante deles e soltar uma declaração bombástica.

— Foi o jovem mestre quem fez esta massa do zero! Desde sovar a massa, abri-la com o rolo, cortá-la em tiras da largura de um dedo, até cozinhar na água fervente e escorrer. Até a cebolinha salpicada por cima foi ele mesmo quem cortou e colocou!

Sra. Paz e Gustavo trocaram um olhar, atônitos por um bom tempo.

— Ele não sabia apenas escolher as hortaliças para mim? — questionou Gustavo. — Quando foi que aprendeu a fazer massa artesanal? Quando ele passou a gostar disso? Ele tem tanto tempo livre assim? O fim do ano está chegando, eu o vejo bastante ocupado na empresa, de onde ele tirou tempo para isso?

Diante da série de dúvidas de Gustavo, Sra. Silveira abriu um sorriso largo:

— É claro que o jovem mestre arranjou um tempinho na sua agenda lotada.

— Ele provavelmente não aprendeu isso por nossa causa. — pontuou Sra. Paz.

— Embora não tenha aprendido para o patrão e para a Sra. Paz, foi a Sra. Jardim quem pediu ao jovem mestre que preparasse e mandasse para vocês. — explicou Sra. Silveira.

O casal compreendeu tudo num instante.

— Então, na verdade, isso foi feito para a minha nora. — concluiu Sra. Paz.

— Escolher bem a esposa é como mudar o próprio destino. — afirmou Gustavo.

Disso, ele tinha muita experiência.

Até o filho deles agora sabia preparar o café da manhã para os velhos pais.

Gustavo sentiu os olhos arderem levemente enquanto comia, e disse à esposa:

— Está delicioso.

Capítulo 491 1

Capítulo 491 2

Capítulo 491 3

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