Tyrone colocou o terço na bolsa de Aella. “Não importa o que as pessoas digam, eu acredito em você.”
Ela desviou o olhar, enquanto sua voz permanecia fria: “Não acredito em nada do que diz. E não preciso da sua confiança.”
As palavras deixaram Tyrone sem reação.
Os dedos de Aella se fecharam em torno do terço.
Não esperava que um objeto tão simples carregasse uma história daquelas. Ela teria que devolver aquilo pessoalmente ao Victor.
Virou o rosto, enquanto observava as luzes da rua passarem para trás do vidro.
Tyrone a observava.
Qualquer confiança que ela já teve nele um dia, tinha desaparecido completamente.
Agora ele estava sendo sincero, e ainda assim ela via aquilo como mais uma mentira.
Eles seguiram em silêncio até a propriedade dos Winter.
Aella desceu do carro e ajeitou o cabelo.
Tyrone tirou o paletó e colocou sobre os ombros dela.
Ele a advertiu: “Não responda a nada que meus pais ou meu avô disserem, cuidarei de tudo.”
Ela sustentou o olhar dele. “Guarda a sua proteção pra Zera. Eu não preciso.”
Tyrone fechou a mão em torno do pulso dela. “Apaguei todas as formas de contato com ela. Eu pedi desculpas. Dá pra parar com essa atitude?”
Aella se desvencilhou.
No banquete dos McCarthy, os cochichos tinham sido imundos.
Se aquilo a fez estremecer, Ralph devia estar fervendo de raiva.
Victor tinha dito que manteria a família dela em segurança.
Tudo bem. Vamos testar.
Os Winters, os Webster, e os McCarthy, quem tem mais poder?
Ela queria testar o quanto Victor valia aos olhos dos Winters e dos McCarthy.
Queria ver se ele realmente podia sustentá-la e ajudá-la a se libertar.
Eles mal tinham entrado juntos na sala de estar quando uma xícara de chá voou direto na direção da cabeça de Aella.
Tyrone reagiu rápido, puxando-a contra seu peito.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: De esposa descartada a rainha
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