Quando eu pensei em como ele sempre tinha tanta energia na hora de me levar pra cama, eu senti que, depois de dois dias inteiros correndo pra lá e pra cá, eu realmente não tinha mais forças pra acompanhar o ritmo dele. Então eu abri a boca, sem graça:
— Eu… Eu hoje estou meio cansada.
Ele não respondeu. Simplesmente veio na minha direção e, com um movimento do braço, me puxou para o abraço dele.
— Então eu levo você até lá.
Antes mesmo de terminar a frase, ele passou um braço por baixo dos meus joelhos e me pegou no colo.
Eu, por reflexo, envolvi o pescoço dele com os braços. Minha bochecha ficou encostada no peito firme dele, e eu ouvi com clareza as batidas fortes e ritmadas do coração.
Quando ele entrou comigo no banheiro, a água quente já começava a cair. O vapor subia rápido, se espalhando pelo ambiente, deixando meu rosto ainda mais em brasa.
Thiago me colocou sobre a bancada da pia e se virou para ajustar a temperatura da água. As mangas da camisa estavam dobradas, revelando os antebraços definidos, e os dois primeiros botões estavam abertos, deixando à mostra a clavícula marcada e um trecho de pele morena, quente e convidativa.
Eu fiquei olhando o perfil dele e engoli em seco sem perceber. Desviei o olhar às pressas e falei, num fio de voz:
— Eu mesma dou conta…
Quando ele ouviu, se virou. O olhar dele, através da névoa do vapor, parecia ainda mais escuro e profundo.
Eu achei que ele fosse sair e já estava quase respirando aliviada quando vi a mão dele subir e girar a trava da porta.
O “clique” do trinco ecoou alto demais naquele silêncio.
No segundo seguinte, ele se inclinou e me puxou de volta para o peito dele. O sopro quente da respiração roçou minha orelha quando ele murmurou:
— Eu fiz o jantar pra você, enchi a banheira pra você, cuidei de tudo direitinho. Você tem coragem de me mandar embora assim?
— Eu… Não é isso, é que eu vou tomar banho agora. — Tentei me explicar, gaguejando, enquanto meus dedos torciam nervosamente a barra da camisa dele.
Ele apenas me encarou com calma. O polegar dele roçou de leve minha bochecha, e ele disse:
— A gente toma juntos.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Depois do Divórcio, Meu Ex-marido Frio Perdeu o Controle
Esperei tanto pra ler a parte que a Débora e o Thiago ficam juntos, pra ser uma m3erd@ de uma rapidinha no carro, e com a Débora toda quadrada ainda. Pelo amor de Deus. A autora tem quantos anos? 12? Que relação adulta mais sem sal....
Esse enredo, já está mais que ridículo!...
Aí MDS, preciso de mais capítulos com o Tiago por favor 🤭...
Mais capítulos pfvr 🥹...
Aahhh esperei por esse momento......
Precisamos de um amor avassalador de Thiago e Débora e finalmente felizes...
Na melhor parte acaba o capítulo, pelo amor de Deus , escreve uma 20 por dia...
700 capítulos e a história não anda pra frente. A todos os novos leitores por aqui eu não recomendo de todo esta história...
700 paginas de pura "Encheção de linguiça" nem novela mexicana é tão enrolada que horror...
Começo a chegar à conclusão que a Débora tem nojo do Tiago, a forma como a autora descreve aquilo que Débora sente quando é tomada por ele retrata mais nojo do que desejo. Juro que já não entendo mais nada. Muita enrolação...