Mas ele só se preocupava se Luana não estivesse descansando o suficiente e se o corpo dela suportaria.
Ele baixou o olhar para ela e perguntou: — Foi a Bruna que te trouxe?
Com medo de que Bruna levasse uma bronca, Luana se apressou em dizer: — Fui eu que ouvi dizer que estaria bem animado hoje e quis vir dar uma olhada com a Bruna. Sr. Serpa, me desculpe, não brigue com a Bruna, foi ideia minha.
— Sua? — Ulisses olhou para ela sem nenhuma expressão no rosto: — Acha que vou acreditar?
Ela havia passado por coisas ruins e repudiava a aproximação de homens; como ela iria propor ativamente ir a um bar?
Bastava pensar para saber que a ideia fora de Bruna.
Ulisses disse: — Não é culpa sua, não peça desculpas. Vem subir comigo?
Depois de esbarrar com aquele gordo na porta do banheiro há pouco, Luana ainda estava receosa, com certeza não tinha coragem de ficar sozinha ali.
Ela concordou com a cabeça rapidamente: — Tudo bem.
Ulisses deu um passo à frente, a meio metro de distância dela.
Luana na frente e ele atrás de lado; a essa distância, Luana não se sentiria incomodada.
Na frente, um bêbado saiu cambaleando da esquina.
Com reflexos rápidos, Ulisses agarrou o braço de Luana puxando-a para trás.
Luana estava caminhando de cabeça baixa, ainda pensando no porquê de Ulisses ter vindo; não prestou atenção alguma e quase foi atingida.
Contudo, puxada por uma força, seu corpo se inclinou para trás caindo nos braços de Ulisses.
O bêbado bambeava e caía na direção deles; Ulisses, com sua mão grande, segurou a cintura de Luana girando rapidamente com ela.
Esquivaram-se do bêbado, mas isso aproximou ainda mais os dois.
Luana estava quase inteiramente jogada em seus braços.
Porém, assim que desviaram do bêbado, Ulisses soltou-a, recuou um passo e afastou-se dela.
As pessoas fumavam e bebiam no bar, e o cheiro no ar não era dos melhores.
Mas, naquele pequeno instante, Luana sentiu respirar o aroma fresco e frio de pinheiro.
Vendo Luana, Bruna acenou animadamente: — Luana, aqui!
O ambiente também estava barulhento; alguns cantavam, alguns jogavam cartas e outros jogavam outras coisas.
Com a chegada de Ulisses o grupo maneirou um pouco, mas ainda assim alguém começou a animar as coisas, incentivando Bruna a chamar Ulisses para jogar Verdade ou Consequência.
Bruna desdenhou: — Já tão velhos e ainda brincando disso, que cafona.
Napoleão sorriu e disse: — Cafona que nada, é um clássico.
Enquanto falava, piscou e fez gestos para Bruna tentando fazê-la entender o que queria dizer.
Bruna logo entendeu; a intenção do pessoal não era brincar, queriam era aproveitar e forçar Ulisses a responder coisas que normalmente queriam saber e não tinham coragem de perguntar.
Ela imediatamente disse: — Certo! Vamos jogar!
As regras do jogo também eram simples; pegaram uma garrafa de vinho vazia, giraram na mesa, e quando a garrafa parasse e apontasse para alguém, aquela pessoa responderia a uma pergunta ou escolheria consequência.
Quem imaginaria que a primeira pessoa para quem a garrafa apontaria seria Luana.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata
Continua bloqueado os capitulos do 30 a 144, como podemos ler os outros gratuitos assim?????????...
Poxa....Desbloqueia do 30 ao 144, pq do 145 para frente estão desbloqueado....
Pq tá bloqueado do 30 até o 144, e não bloqueado do 145 até o 165?...
Não vai abrir os capítulos gratuitos? Quero muito ler!...
Vai ter atualização?...
Esse livro é muito bom! Libera mais capítulos grátis por favor!...