Ao longo de toda a adolescência, a sua vida havia sido controlada por Adriana.
Todos os seus amigos e colegas de turma tinham sido comprados por Adriana.
Ninguém acreditava nela.
Ulisses ter dito aquelas palavras foi ao mesmo tempo uma surpresa e uma fonte de profunda gratidão para Luana.
Ela levantou, fez sua higiene e se preparou para sair.
Mas assim que foi trocar os sapatos, seu telefone tocou.
Era Ulisses.
Ulisses havia trabalhado até depois das onze da noite e não ousara ligar para não acordá-la.
Ele finalmente terminara de trabalhar e deu folga a todos os funcionários.
De manhã cedo ele havia ido se exercitar, e então, ao ver a hora, decidiu ligar.
Luana logo atendeu.
— Já levantou? — perguntou Ulisses.
Luana soltou um murmúrio afirmativo.
— Algum plano para hoje?
Luana, com medo de que ele ficasse preocupado por ela estar passando o ano novo sozinha, apressou-se em dizer: — Eu vou fazer umas Compras de Fim de Ano. Fique tranquilo, eu estou bem.
— Desça. — Ulisses disse: — Eu te acompanho.
— Hã? — Luana ficou boquiaberta: — Você já está aqui?
— Chego na porta em três minutos.
Ulisses já estava no caminho.
Ele havia dispensado até mesmo o motorista; havia apenas dois guarda-costas no carro de trás.
Portanto, naquele dia, ele mesmo estava dirigindo.
Luana desceu e encontrou Ulisses acabando de estacionar.
Ele desceu do carro. Por estar dirigindo, não usava casaco, mas continuava vestido com um terno completo.
A menos que estivesse se exercitando ou ficando em casa, Ulisses nunca experimentava outro estilo de roupa.
Luana se aproximou: — Você chegou.
Ulisses também olhou para ela.
Ela ainda vestia aquele mesmo casaco de plumas branco; o colarinho felpudo contrastava com a sua pele de porcelana. Ficava linda nela.
Ulisses quis comprar de tudo para ela.
Roupas, joias, bolsas.
— Para onde você quer ir? — perguntou Ulisses: — Já se decidiu?
— Tem um grande supermercado não muito longe daqui... — Luana disse, mas lembrou que, perto das festas, o local estaria lotado.
Além de ser um supermercado popular, no qual Ulisses provavelmente nunca pisara.
Ao pensar na possibilidade de deixar Ulisses em meio a um mar de pessoas para comprar mantimentos, ela concluiu que era melhor esquecer a ideia.
Sem mencionar o risco de amarrotar aquele terno caríssimo.
Ela buscou no celular por um mercado de importados e exibiu para Ulisses: — Vamos para cá.
Ulisses deu uma olhada: — Certo.
A única coisa que Luana não esperava é que aquele supermercado também estaria cheio de gente.
Para Luana, todos os produtos que haviam ali pareciam caríssimos.
Porém, hoje as coisas pareciam não ter valor monetário, dado o tamanho da multidão comprando tudo enlouquecidamente.
Diante da cena, Luana recuou: — É melhor... não entrarmos.
Ulisses, já em posse de um cesto, perguntou: — Por quê?
— Tem muita gente.
— Não tenha medo. — Ulisses segurou sua mão: — Você não vai se perder.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata
Continua bloqueado os capitulos do 30 a 144, como podemos ler os outros gratuitos assim?????????...
Poxa....Desbloqueia do 30 ao 144, pq do 145 para frente estão desbloqueado....
Pq tá bloqueado do 30 até o 144, e não bloqueado do 145 até o 165?...
Não vai abrir os capítulos gratuitos? Quero muito ler!...
Vai ter atualização?...
Esse livro é muito bom! Libera mais capítulos grátis por favor!...