— Vai levantar? — A voz de Ulisses soou gentilmente perto do seu ouvido: — Não ia me fazer companhia na empresa hoje?
Ao ouvir isso, Luana fez um esforço para abrir os olhos.
Ela estendeu os braços e enlaçou o pescoço de Ulisses, resmungando e fazendo manha: — Estou com tanto sono...
Ulisses a pegou no colo como se ela fosse uma criança e a ajeitou em seus braços: — Então durma mais um pouco. Quando acordar, você vai me encontrar?
— Não... — Luana balançou a cabeça: — Quero ir com você.
Ulisses sugeriu: — Então vamos nos lavar?
— Tá bom.
Ela concordava com a boca, mas seu corpo não se mexia nem um milímetro.
Ulisses riu e a carregou até o banheiro.
Só depois de lavar o rosto Luana despertou um pouco mais.
Ao escovar os dentes, Ulisses a prensou novamente e os dois trocaram um longo beijo.
Com medo de que o lado selvagem dele despertasse, Luana o empurrou a tempo.
Ela ainda usava o pijama, e Ulisses já tinha enfiado a mão com facilidade: — Quer dormir mais um pouco?
Luana sabia perfeitamente bem que aquele "dormir" ali era claramente um verbo de ação!
Ela empurrou Ulisses e caminhou para fora: — Não vou dormir mais nada!
Ulisses abaixou a cabeça, olhou para a própria situação e soltou uma risada silenciosa.
Os dois tomaram o café da manhã, desceram as escadas de mãos dadas, e, ao entrarem no carro, até o motorista deu uma olhada extra.
Provavelmente não esperava que o chefe fosse levar a namorada junto hoje.
No banco do passageiro estava Leonardo Costa, chefe da secretaria e assistente especial de Ulisses.
Normalmente, era no caminho que ele relatava os compromissos da manhã.
Mas ele não contava que Ulisses não estaria sozinho hoje.
Ele deveria ou não passar o relatório?
Ulisses cortou o silêncio: — Vamos para a empresa. Sobre o trabalho, conversamos quando chegarmos.
Leonardo Costa, com muito bom senso, fechou a boca na hora.
Ulisses levantou a divisória do banco de trás.
Luana olhou para ele: — O que você está fazendo?
Luana estava em um impasse: — Se pedir desculpas não serve, o que você quer que eu faça?
Ulisses afirmou: — Se você não disser nada, eu faço a minha exigência.
— Então fala.
— Se eu falar, você não vai ter a chance de recusar.
Luana ponderou: — Então você não pode pedir nada absurdo.
— Não vai ser absurdo.
— Então fala.
— Hoje, depois do trabalho, eu dirijo e te levo a um lugar. — Ulisses sussurrou suavemente: — E aí nós continuamos o que você estava fazendo comigo daquela vez...
— De jeito nenhum! — Luana ficou vermelha até as orelhas: — E isso lá não é absurdo?
Ulisses perguntou: — E o que tem de absurdo nisso? Se você pôde fazer antes, por que não pode agora?
— Eu não estava bêbada daquela vez?
— Então eu preparo um pouco de vinho para você?
— Não quero! — Luana percebeu as intenções dele: — Nem pense nisso!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata
Continua bloqueado os capitulos do 30 a 144, como podemos ler os outros gratuitos assim?????????...
Poxa....Desbloqueia do 30 ao 144, pq do 145 para frente estão desbloqueado....
Pq tá bloqueado do 30 até o 144, e não bloqueado do 145 até o 165?...
Não vai abrir os capítulos gratuitos? Quero muito ler!...
Vai ter atualização?...
Esse livro é muito bom! Libera mais capítulos grátis por favor!...