Mas, depois de tudo o que havia acontecido, agora que estavam frente a frente novamente, Luana simplesmente não conseguia pronunciar o nome "Ulisses".
No entanto, graças à conversa que acabaram de ter, o peso em seu coração havia diminuído consideravelmente.
Ela sentia que o fato de Ulisses ter pedido um presente de agradecimento era, na verdade, uma libertação.
Ela era grata a ele, mas, ao lembrar de tudo o que Ulisses havia feito por ela nos bastidores, um certo constrangimento ainda persistia. Se um simples presente pudesse fazer com que os dois sentissem que não deviam mais nada um ao outro, Luana ficaria genuinamente feliz em providenciá-lo.
Quanto a como chamá-lo... era apenas um nome. Não tiraria pedaço nenhum pronunciá-lo.
Ela se apressou em dizer: — Ulisses.
Bruna riu: — Ah, então vocês já tinham combinado isso! Eu também chamo ele de Ulisses às vezes. Perfeito, a Luana segue o meu exemplo, não tem erro.
Com o pedido de amizade aceito e o presente combinado, o mais importante havia sido alcançado: as defesas de Luana haviam sido desarmadas.
Ulisses se levantou, pegou seu casaco que estava ao lado e declarou com sua habitual sobriedade: — Continuem comendo. Tenho outros compromissos, vou indo.
Ele vestiu o casaco e caminhou em direção à saída. Sua postura era ereta, transmitindo uma firmeza inabalável, como um pinheiro imponente que não se curva à tempestade.
Luana recolheu o olhar, pensando consigo mesma que qualquer roupa que ela desenhasse ficaria absolutamente impecável em Ulisses.
Ele seria o modelo mais perfeito, com aquele porte físico invejável...
— Luana? — A voz de Bruna a puxou de volta de seus devaneios.
O rosto de Luana corou levemente, e ela perguntou depressa: — O que foi?
— Me fala a verdade, o meu irmão não te destratou, né? — Bruna a encarava com uma expressão carregada de preocupação. — Se ele tiver feito alguma coisa contra você, eu não vou perdoá-lo!
— Não, de jeito nenhum. — Luana balançou a cabeça rapidamente. — ... O Ulisses é um homem de caráter íntegro. Ele jamais faria mal a uma mulher.
Clarice interveio, adotando um tom conciliador: — Luana, já que compartilhamos esta refeição hoje, podemos deixar os desentendimentos do passado para trás? A partir de agora, se precisar de qualquer coisa, pode me procurar a qualquer momento. Espero que você possa confiar em mim da mesma forma que confia na Bruna.
Luana sentiu-se um pouco envergonhada: — Clarice, eu não quis duvidar de você. É que, na época, eu estava com muita raiva e, sabendo que vocês são parentes, achei que prefeririam evitar conflitos de interesse...
— Eu entendo perfeitamente. — Clarice ergueu sua xícara de chá. — Venha, o passado é passado. De agora em diante, somos amigas.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata
Continua bloqueado os capitulos do 30 a 144, como podemos ler os outros gratuitos assim?????????...
Poxa....Desbloqueia do 30 ao 144, pq do 145 para frente estão desbloqueado....
Pq tá bloqueado do 30 até o 144, e não bloqueado do 145 até o 165?...
Não vai abrir os capítulos gratuitos? Quero muito ler!...
Vai ter atualização?...
Esse livro é muito bom! Libera mais capítulos grátis por favor!...