Como Deise já não estava mais no Mata Elfa, William naturalmente não tinha motivo para continuar ali.
Ao sair pela porta da boate, ele pegou o celular e fez uma ligação:
— Intercepte-os.
O Maybach preto corria pela avenida, deixando os postes de luz para trás.
Deise sabia que aquele caminho levava ao Imperial Verde — a casa onde morava com Palmiro.
Mas, para ela agora, aquela era a casa de Palmiro.
Não a dela.
Durante o caminho, ela inventou várias desculpas para tentar fazer Palmiro desistir de levá-la para casa.
No entanto, desta vez Palmiro estava irredutível.
Deise percebeu que Palmiro provavelmente havia brigado com Victória.
Caso contrário, ele não teria lembrado dela.
Nem estaria tão determinado a levá-la para casa a qualquer custo.
Deise não estava preocupada que Palmiro tivesse segundas intenções com ela.
Eles estavam casados há quatro anos, e Palmiro sempre se manteve casto por Victória.
Ela supôs que, naquela noite, a pressa de Palmiro em levá-la para casa fosse apenas para usar sua presença para irritar Victória.
O Maybach preto entrou no condomínio e parou em frente ao prédio.
Victória já tinha ido à janela várias vezes olhar para fora.
Depois da briga com Palmiro hoje, ele não a procurou para fazer as pazes como de costume.
E já era tarde da noite e ele ainda não tinha voltado.
Victória estava insegura, mas não queria dar o braço a torcer.
Quando viu o conhecido Maybach preto aparecer lá embaixo, os olhos de Victória, opacos o dia todo, brilharam instantaneamente.
Mas, logo em seguida, ela viu Palmiro descer do carro e abrir a porta traseira.
Deise saiu de lá de dentro.
— O quê?
O rosto de Victória mudou drasticamente.
Desde que ela e Beatriz se mudaram para aquela casa, Deise nunca tinha posto os pés lá.
Embora Palmiro tivesse tentado convencer Deise algumas vezes, nunca deu em nada.
Mas esta noite...

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Divorciei-Me e Casei com o Homem Mais Rico