Finalmente, o primeiro prato, aguardado com ansiedade, chegou.
Ao ver o caviar de esturjão albino com trufas brancas, os olhos de Beatriz brilharam.
No entanto, o prato luxuoso passou direto por Beatriz e foi servido na mesa de Deise e William.
— Por que estão servindo eles primeiro se nós chegamos antes?! — Victória começou a reclamar em voz alta.
Ao lado dela, Beatriz não aguentou mais e abriu o berreiro, chorando copiosamente.
O choro da menina fez com que todos os clientes do restaurante, pessoas da alta sociedade, olhassem para a mesa deles.
Sentindo-se humilhado, Palmiro repreendeu Victória em voz baixa:
— Que tipo de mãe é você? Como deixa a criança chorar assim num lugar desses?
Victória entrou em pânico, tentando acalmar e ameaçar Beatriz ao mesmo tempo, mas nada fazia a menina parar de berrar.
Nesse momento, um prato foi finalmente colocado na mesa deles.
Mas antes que pudessem começar a comer, o celular de Palmiro tocou. Era sua nova secretária.
— Diretor Marques, aconteceu uma catástrofe! A empresa está em crise!
Palmiro quase ficou surdo com os gritos.
Victória também ouviu o pânico na voz do outro lado da linha.
— Do que você está falando... — Palmiro estava confuso.
— Entre no fórum agora! Veja com seus próprios olhos!
— Fórum?
Embora a secretária não tivesse especificado, a única coisa que veio à mente de Palmiro foi o fórum global de farmácia da IFPMA.
Na área dos Assentos Reais:
William, com elegância cavalheiresca, serviu uma colher do caviar de alta qualidade no prato de Deise.
Deise estava ocupada.
Digitava rapidamente no celular.
Ao terminar, largou o aparelho e só então notou o caviar em seu prato.
— Obrigada... — Ela sorriu para William.



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