Entrar Via

Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 115

O carro parou em frente ao apartamento de Giovanna.

Lembrando-se de algo, ela se virou para Gustavo:

— Sr. Gustavo, ainda não perguntei. Que favor o senhor precisava que eu fizesse hoje?

Gustavo olhou pelo retrovisor, observando o carro que os havia seguido por todo o trajeto. Ele deu um leve sorriso:

— Você já me ajudou. Pode subir.

Giovanna olhou para ele sem entender. Como ele não demonstrou nenhuma intenção de explicar, ela não insistiu.

— Tenho algo para devolver ao senhor. Importa-se de me esperar aqui um minuto?

Alguns minutos depois, Giovanna retornou trazendo o xale de lã.

— Este é o xale que o senhor me emprestou da outra vez. Eu já mandei lavar a seco.

Gustavo sorriu levemente, pegou o xale, despediu-se dela e mandou o motorista seguir.

Assim que Giovanna entrou em casa e antes mesmo de conseguir beber um copo d'água, o celular tocou. Era Lucas.

— Giovanna, você voltou para o seu apartamento de novo? — A voz dele carregava uma irritação contida, mas disfarçada por um verniz de falsa preocupação.

Giovanna, ouvindo o descontentamento cínico dele, rebateu com uma frieza cortante:

— Você passou a noite inteira jantando com os Souza. É realmente apenas pela parceria de negócios? Porque o jeito que a Srta. Sabrina e a Sra. Souza olham para você não é o de quem olha apenas para um parceiro de negócios.

Lucas ficou em silêncio por um longo momento. Ao invés de responder, ele adotou seu tom de marido magnânimo e paciente, manipulando a situação:

— Não quero brigar com você por motivos tão sem sentido, meu amor. Já que você está chateada, pode dormir no apartamento hoje. Amanhã eu passo aí para buscar você e voltarmos para casa.

E com isso, ele desligou o telefone.

Giovanna ignorou solenemente o humor dele. Foi tomar um banho e se deitar. Sua mente estava concentrada em outras coisas.

No dia seguinte, assim que chegou ao escritório, um colega que vinha apressado na direção oposta esbarrou nela.

— Desculpe, desculpe, não foi de propósito!

Era Zélio, um pesquisador da filial do Grupo Goulart. Um rapaz tímido e que quase não tinha presença no escritório.

Giovanna respondeu que estava tudo bem e estava prestes a ir para a sua mesa, quando notou a expressão de puro pânico no rosto dele.

— O que aconteceu? — ela perguntou.

Zélio esfregou os cabelos, desesperado:

Ele abriu um sorriso radiante: — Muito obrigado!

Giovanna assentiu com a cabeça e voltou para a sua mesa para continuar trabalhando.

Amábilia, a colega que sentava ao lado de Zélio, virou-se para ele com desprezo:

— Por que você foi pedir ajuda a ela? Não tem medo de que ela te ferre?

Zélio, que agora já via Giovanna como uma espécie de ídolo intocável, tomou as dores dela imediatamente:

— Não fale assim dela! Nunca houve provas de que aquelas coisas que disseram dela eram verdade. E ela é realmente incrível. Se não fosse por ela agora, eu teria que morar no escritório pelo próximo mês inteiro.

Amábilia torceu os lábios: — Ela só consegue enganar idiotas como você.

À noite, Lucas mandou uma mensagem avisando que estaria na frente do apartamento de Giovanna às oito horas em ponto para buscá-la.

Giovanna nem se deu ao trabalho de responder. Ao invés disso, foi direto para a casa da tia.

Sua tia estava trabalhando na filial distante durante aqueles dias, e com o tempo de deslocamento longo, só voltava para casa de madrugada. Giovanna comprou algumas carnes e legumes e foi preparar o jantar.

A avó não estava bem de saúde ultimamente e não conseguia cozinhar, mas para economizar, havia dispensado a empregada.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata