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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 122

Quando Lucas retornou com o jantar, a avó já havia despertado.

Para poupar a idosa de qualquer preocupação, Giovanna despiu-se de toda a frieza e vestiu a máscara de esposa dócil e dedicada.

— Lucas, você já é tão ocupado com os assuntos da empresa e ainda tira tempo para me ajudar a cuidar da vovó. Deve estar exausto.

Ao vê-la finalmente dirigir-lhe um olhar e reconhecer seu esforço, os lábios de Lucas se curvaram em um sorriso genuinamente satisfeito.

— Não é sacrifício nenhum, meu amor. A vovó também é minha família, cuidar dela é meu dever.

A avó, vendo a harmonia e a estabilidade na relação dos dois, sentiu o coração se encher de alegria, e até mesmo as dores da doença pareceram mais suportáveis.

Após fazerem companhia durante o jantar, Lucas testou o terreno com Giovanna:

— Meu anjo, que tal deixarmos a cuidadora acompanhando a vovó esta noite? Nós vamos para casa descansar e voltamos amanhã à noite, o que acha?

A avó tratou de expulsá-los: — Eu estou ótima, vão logo para casa vocês dois.

Giovanna sorriu docilmente. — Está bem.

Assim que cruzaram a porta do quarto, no entanto, o sorriso evaporou de seu rosto.

Lucas segurava a mão dela firmemente, enquanto usava a outra mão para digitar no celular.

Giovanna tentou puxar a mão, mas ele a apertou com uma possessividade terna.

— Fica ruim para você responder às mensagens assim — disse ela. Sua voz ainda soava mansa, mas seus olhos eram poços inexpressivos de gelo.

Lucas sequer tirou os olhos da tela do celular. — Não vou soltar, meu amor. Eu só quero voltar para casa de mãos dadas com a minha esposa.

Ela o observou com um cinismo mudo.

Provavelmente estava enviando mensagens para Sabrina.

Era fascinante como ele conseguia recitar palavras de devoção conjugal para ela enquanto sua mente orbitava outra mulher. Giovanna chegava a admirar a maestria daquela hipocrisia inabalável.

Ao entrarem no carro, ele guardou o telefone e voltou sua atenção para ela: — Depois de amanhã é o aniversário da minha mãe, e prepararam um banquete na mansão principal. Quero que você vá comigo. Quanto à vovó, vou contratar mais duas cuidadoras profissionais para ficarem de olho, não deixarei que nada lhe falte.

Por mais que as entranhas de Giovanna se contorcessem de repulsa pela Família Albuquerque, ela engoliu o asco. Para garantir que a avó partisse em paz, concordou: — Tudo bem.

Retornaram juntos para a mansão onde moravam.

Após o banho, a luz suave do quarto iluminava a pele impecável e as curvas sinuosas de Giovanna, despertando os instintos de Lucas.

Giovanna o observou em silêncio absoluto, já prevendo a desculpa que ele usaria.

No entanto, ele não disse uma palavra.

Muito tempo se passou. Os dois estavam deitados na mesma cama, mas a antiga intimidade não existia mais. Havia um abismo de lençóis separando os dois.

Giovanna virou-se de costas para ele e desacelerou a respiração, fingindo dormir.

Meia hora depois, ouviu o som dele se levantando da cama.

A porta foi fechada com o máximo cuidado.

Logo em seguida, o som de um motor de carro ecoando lá embaixo.

**

No banquete de aniversário de Olívia, a Família Albuquerque havia proibido a presença de Sabrina, mas fez questão da de Giovanna. Ela ficou bastante surpresa.

Só quando chegou à Mansão Albuquerque foi que compreendeu o motivo.

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