Gustavo empurrou Giovanna para fora do caminho.
Lucas empurrou Sabrina para longe.
Os dois homens acabaram sendo atingidos e se machucaram.
O rosto de Giovanna se contorceu em pânico enquanto ela corria até Gustavo.
O ombro dele havia sido golpeado. Embora a dor fosse aguda, ele ainda conseguia suportá-la. Em um tom baixo, tentou acalmar Giovanna:
— Estou bem, não se desespere.
As lágrimas começaram a rolar pelo rosto dela, e sua voz embargou:
— Vamos para o hospital.
Os guarda-costas se aproximaram e ajudaram Gustavo a se levantar.
Giovanna acompanhou os passos dele, apressada.
Lucas também foi amparado por Sabrina e pelos seguranças.
Desde o momento da queda, ele não tirou os olhos de Giovanna, mas ela não olhou na sua direção nem por uma fração de segundo.
*Eu também me machuquei. Será que ela realmente não se importa nem um pouco?*
Lucas e Gustavo foram levados para o mesmo hospital. Como ambos sofreram lesões ósseas, acabaram sendo encaminhados para o mesmo setor.
Giovanna acompanhou Gustavo durante todos os exames.
O ferimento dele foi relativamente grave, exigindo três dias de internação para observação. Ela decidiu ficar no hospital para cuidar dele.
Como o celular tocou por causa de questões de trabalho e ela não queria perturbar o descanso dele, foi até o corredor para atender.
Ao retornar ao quarto, deparou-se com a Sra. Goulart parada na porta.
A mulher a fuzilou com o olhar e disse friamente:
— Giovanna, sua presença não é mais necessária aqui. Pode ir embora.
Giovanna notou que os guarda-costas na porta não eram os mesmos de antes; haviam sido substituídos pelos homens da Sra. Goulart.
Ela não seria tola de tentar forçar a entrada e bater de frente com a mulher ali mesmo.
Sem dizer uma palavra, deu meia-volta e saiu.
A Sra. Goulart soltou um muxoxo de desdém. Achou que a garota armaria um barraco, mas, surpreendentemente, ela soube reconhecer o seu lugar.
Giovanna caminhou até os elevadores e parou, pegando o celular para ligar para a Dona Goulart, a avó de Gustavo.
Meia hora depois, a idosa chegou ao andar.
Ao ver a sogra, a Sra. Goulart congelou, paralisada.
Ela lançou um olhar furioso para Giovanna, que estava ao lado da matriarca. *Que vadia ardilosa, foi choramingar por socorro!*
Giovanna ignorou o olhar venenoso.
Com Gustavo machucado, ela não ficaria de braços cruzados; precisava estar ao lado dele. E, conhecendo bem a Sra. Goulart, a mulher não estava ali para cuidar do filho, mas muito provavelmente para trazer ainda mais dor de cabeça para ele.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......