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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 818

Lucinda não entendeu a reação: — A Giovanna é incrível, ser assistente dela não tem nada de humilhante. E mais, aqueles trabalhos que você me indicou antes só me queriam de enfeite, só para que a Família Goulart e a Família Gomes investissem. Eles nunca iriam me ajudar a crescer. Mas com a Giovanna é diferente, ela tem me ensinado muita coisa. Quem sabe, no futuro, eu também possa me tornar uma pesquisadora independente.

A Sra. Goulart não via nada de incrível em Giovanna, apenas achava que Lucinda era tola e fácil de manipular.

— Você é igual ao Gustavo, foi enfeitiçada pela Giovanna com facilidade. — A Sra. Goulart expressou seu total desprezo.

Lucinda achava que o preconceito de sua tia contra Giovanna era profundo demais, e não pôde evitar defendê-la: — Tia, se a senhora tentar conhecer a Giovanna sem preconceitos, vai descobrir que ela é uma pessoa excepcional. Sinceramente, acho que ninguém combina mais com o Gustavo do que ela.

A Sra. Goulart bufou friamente.

— Você não tem mais salvação mesmo para ter ideias tão absurdas.

Com preguiça de continuar a discussão, a Sra. Goulart voltou a examinar a casa onde Gustavo morava. Tudo ali parecia irritá-la.

Ela chamou os dois guarda-costas que estavam na porta para entrarem e mandou jogarem fora tudo o que lhe desagradava.

— Essas almofadas sem gosto, cobertores, xícaras, enfeites, toalhas de banho, escovas de dente... Que lixo é esse? Como meu filho pode usar coisas tão baratas? Joguem tudo fora!

Ela foi até o quarto de Gustavo, deu uma olhada nas roupas do closet e simplesmente jogou no chão algumas camisas e casacos de marcas mais acessíveis.

Lucinda entrou e perguntou, confusa: — Tia, por que a senhora está jogando fora as roupas do Gustavo?

A Sra. Goulart respondeu com frieza: — A casa estava uma bagunça, estou ajudando a arrumar.

Lucinda achou que a atitude da tia estava passando dos limites.

A falta de limites da Sra. Goulart, tentando controlar um filho adulto como se fosse uma criança, justificava a falta de vontade de Gustavo de conviver com ela.

Giovanna a deteve: — Deixe-a por enquanto. Tem câmeras na porta da minha casa. Quando ela terminar de jogar as coisas fora, eu ligo para a polícia.

Ivone ficou pasma: — Vai chamar a polícia mesmo?

Giovanna assentiu: — Se não levá-la a uma lição, ela vai continuar achando que pode interferir na minha vida e na do Gustavo à vontade.

No caminho de volta, ao ser informado de que sua mãe e Giovanna estavam na delegacia, Gustavo pediu ao motorista que fosse direto para lá.

A Sra. Goulart estava prestes a explodir quando o viu, mas, lembrando-se das palavras de Heloísa, assumiu rapidamente uma postura de vítima.

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