Giovanna ainda tinha trabalho a fazer. Brincou com eles por um tempo e, em seguida, retirou-se para o escritório.
Quando Gustavo chegou em casa, a pequena Alice, já sem energia após brincar com Arroz e Flor, estava esparramada no sofá bocejando.
Ele pegou a filha no colo, a levou para o quarto e a ninou até dormir. Só então foi tomar o seu próprio banho.
Depois de revisar alguns documentos, já eram onze horas da noite e Giovanna ainda não havia retornado ao quarto. Ele foi procurá-la no escritório.
Ela estava totalmente imersa no trabalho. Ao vê-lo entrar, esfregou os olhos e disse:
— Pode ir dormir primeiro, eu ainda tenho muito o que fazer.
Vendo os olhos dela vermelhos de exaustão, Gustavo disse, com o coração apertado:
— Meu amor, vá descansar um pouco. O seu laboratório acabou de ser fundado e há infinitas tarefas a serem resolvidas, você não vai conseguir terminar tudo, mesmo que faça hora extra todos os dias.
Giovanna suspirou:
— Só depois de assumir a liderança é que percebi o peso dessa responsabilidade. Se eu não concluir essas tarefas primordiais agora, os próximos passos do projeto vão ficar travados.
Ao terminar de falar, ela voltou a focar na tela.
Gustavo saiu em silêncio, esquentou um copo de leite e trouxe para ela.
Ficou parado a observando até que bebesse tudo e saiu novamente.
Aos trinta minutos da madrugada, ele voltou para insistir que ela dormisse.
Como ela se recusava a parar, Gustavo perdeu a paciência, pegou-a no colo e a carregou à força para o quarto.
— Gustavo... me deixa só terminar aquele documento... — pediu ela, com a voz embargada e manhosa, tentando negociar.
Gustavo selou os lábios dela com um beijo possessivo, seu tom de voz extremamente afetuoso, porém irredutível:
— Minha querida esposa, se você continuar acordada assim, o seu corpo não vai aguentar. Você está dormindo pouquíssimas horas por dia e está em privação de sono aguda. Você não notou que seus desmaios por hipoglicemia estão cada vez mais frequentes?
Da última vez, Giovanna quase desmaiara no banheiro ao acordar para escovar os dentes.
Gustavo sentia calafrios só de lembrar.
Pressionada contra a cama e sem forças para lutar, Giovanna só pôde ceder.
Ouvir Ivone tratar sua tia e avó como parentes de sangue fez o coração de Giovanna se encher de gratidão.
Ela temia que, ao ser reconhecida por Ivone, a família biológica desenvolvesse algum atrito ou repulsa pela Família Martins.
Mas, agora, estava totalmente em paz.
Ver as duas famílias convivendo em harmonia era o melhor desfecho possível.
No dia da alta de Firmino, Giovanna, Gustavo e a pequena Alice foram buscá-lo no hospital.
Odemar também compareceu.
Firmino transbordava de alegria.
Para um pai, não havia momento mais feliz do que aquele em que se via cercado e valorizado pelos filhos.
Naquele mesmo dia, Elpídio estava com febre baixa e fora ao hospital para tomar medicação.
Ao presenciar aquela cena de longe, um gosto amargo e azedo tomou conta de sua boca.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Autora ta enrolando demais, que chatissr essa relação Lucas & Giovana, nunca fala a real que existe certidão de casamento Vc colocou a personagem como idiota, submissa Puts ta uma merda.......
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......