Se ele e Ivone não tivessem se divorciado, toda a felicidade da qual Firmino desfrutava agora seria dele.
Alheios à presença de Elpídio, Giovanna e os outros saíram do hospital conversando animadamente e rindo.
O peito de Elpídio se apertou ainda mais em uma angústia asfixiante.
Apoiado pelo assistente, ele fez seus exames e retirou seus medicamentos.
Ver os outros pacientes sendo cuidados por suas famílias tornava o seu isolamento insuportável.
Ele também tinha filhos, mas, na hora da doença, não passava de um velho solitário. Nenhum filho estava ali para se preocupar ou cuidar dele.
O assistente o levou para casa.
Elpídio deitou-se na cama, exausto e só.
A empregada trouxe-lhe água e alguns lanches.
O lanche estava doce demais.
A água estava escaldante.
Nada lhe agradava.
Ele já havia deixado ordens expressas de que não podia consumir nada muito doce.
Mas a empregada insistia em errar dia sim, dia não, e quando ele a repreendia, ela apenas se justificava dizendo que tinha esquecido.
No fim, era apenas uma funcionária paga, jamais trataria a saúde dele com a devoção de uma esposa.
Se a sua relação com Ivone não tivesse sido estraçalhada, ele com certeza estaria sendo mimado e cuidado de forma impecável, e a sua casa estaria em perfeita ordem.
Foi então que o celular tocou.
Era Karla.
Normalmente, Elpídio teria ignorado a ligação.
Mas quando um homem adoece, encontra-se em seu estado mais frágil e vulnerável.
Por isso, acabou atendendo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......