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Ele Me Traiu… ou Eu Enlouqueci? romance Capítulo 247

No final de setembro, a Ruana ligou novamente.

Ela e o André iriam se casar.

A data estava marcada para o dia dois de outubro.

Em Nuvália.

O André, que sempre teve aquela aparência fria e estoica, surpreendeu na hora do pedido.

No início do ano, durante a festa anual do escritório de advocacia, ele bebeu uns copos a mais e, de repente, tirou uma pilha de folhas A4 da pasta.

Na hora, o pessoal do escritório achou que ele ia ler a lista de demissões.

Mas o homem se ajoelhou com um baque surdo, ergueu a papelada para a Ruana e disse: — Este é o acordo pré-nupcial que redigi. Outorgante: André; Outorgada: Ruana. Todos os bens móveis, imóveis, fundos de ações e rendimentos futuros em nome do Outorgante pertencem à Outorgada. Quaisquer dívidas ou riscos serão assumidos exclusivamente pelo Outorgante.

— Se a Outorgada não tiver objeções às cláusulas, por favor, assine neste anel de diamante... digo, por favor, coloque este anel de diamante.

A Isabela riu ao ouvir a história:

— Ele disse isso mesmo?

— E acha que eu inventaria? — Ruana bufou. — E ainda ousa ameaçar terminar comigo? Nessa vida, ele e o dinheiro dele estão presos a mim.

Ao desligar o telefone, a Davia gargalhou: — Dessa vez ela vai casar mesmo.

Depois de rir, ela se virou para a Isabela, com a expressão um pouco mais séria:

— Se você não quiser ir, a gente não vai. O importante é o presente chegar, a Ruana com certeza vai entender. Se ela soubesse que você ficaria desconfortável, era capaz de transferir o casamento para a Cidade L.

— Eu com certeza vou. — disse a Isabela. — Quando me divorciei, foi ela quem me acompanhou para pegar a certidão. Como eu poderia faltar no momento mais importante da vida dela?

— Ir, você deve ir, mas... — A Lúcia saiu da cozinha com frutas cortadas, hesitando. — E o Eloy? Você vai levar o Eloy de volta?

Todos olharam para ele.

Eloy estava ajoelhado no tapete, de cabeça baixa, montando uma nave de Lego. O Gabriel estava sentado ao lado dele, com o manual na mão, orientando ocasionalmente.

Na Cidade L, ninguém conhecia o Henrique. Todos apenas elogiavam como a criança crescia bem, bonita e inteligente, herdando apenas as qualidades dos pais.

Mas voltar para Nuvália seria diferente.

Roberto sussurrou:

— O Eloy não pode voltar. E se eles o virem e quiserem tirar a criança? O que teremos para disputar com eles?

A Isabela franziu a testa.

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Capítulo 247 2

Capítulo 247 3

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