O vento da noite soprou novamente em seu rosto. Ela respirou fundo, sentindo o corpo inteiro muito mais leve.
A partir de hoje, ela havia desistido completamente de Osvaldo.
Ela estava prestes a ir embora quando viu duas pessoas paradas à sua frente, ambas ofegantes, como se tivessem corrido até ali.
Eram Clarice e Fernanda. As duas olhavam para ela com nervosismo.
— O que vocês estão fazendo aqui? — Andreia ficou muito surpresa.
Clarice apressou-se em se aproximar, olhando para ela com uma expressão tensa: — Você está bem? Aquele filho da puta do Osvaldo dificultou as coisas para você?
— Não, pelo contrário, eu desabafei.
Andreia deu um sorriso de alívio.
Fernanda tinha um temperamento explosivo e estava louca para entrar e dar uma boa lição neles: — Eu vou entrar lá agora mesmo!
— Não precisa. — Andreia a puxou. — Fernanda, eu estou bem. Já bati nele, vamos voltar.
Clarice assentiu: — Certo, então vamos voltar primeiro.
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No dia seguinte, Andreia tirou duas horas de folga de propósito para ir ao banco.
Mas, ao chegar lá, foi informada: "Desculpe, Srta. Martins. Sem as instruções do Sr. Madeira, não podemos desbloquear os cartões bancários para a senhora. É necessário que o próprio Sr. Madeira venha."
Andreia franziu a testa, descontente. Seus próprios cartões bancários, e ela mesma não conseguia desbloqueá-los, precisando de Osvaldo para isso?
Era um absurdo total!
Depois de discutir várias vezes sem sucesso, ela desistiu. Estava prestes a sair do banco quando encontrou Osvaldo.
Camille o acompanhava. Os dois conversavam e riam; não se sabia se era de propósito ou se costumavam agir assim normalmente.

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