Após duas semanas incríveis de lua de mel, Alex e Rebecca regressam ao lar, sendo calorosamente recebidos pela empolgante alegria dos filhos.
— Estava morrendo de saudades de vocês, meus amores. — Afirma Rebecca, envolvendo os filhos em abraços ternos.
— Mamãe, vamos brincar? — Pede Olga, estendendo os braços para ela.
— Vamos brincar à tarde, princesa. Deixe a mamãe descansar alguns minutos. — Declara Alex, pegando carinhosamente Olga no colo, evitando que Rebecca a pegue. — Rebecca, por favor, solte-o, eles estão pesados para você carregá-los. — Repreende, observando-a segurar Nicolas no colo.
— Estou grávida, Alex, e não doente. Ainda consigo carregar meus filhos. — Afirma, acomodando-se no sofá com Nicolas no colo. — Eles deram muito trabalho? — Questiona, encarando Maria e Henrique.
— Claro que não, Rebecca. Eles são crianças maravilhosas. — Responde Henrique, com um sorriso, enquanto observa Alex se sentar com Olga ao lado de Rebecca.
Rebecca e Alex imergem numa tarde repleta de atividades e brincadeiras envolvendo os filhos. Na manhã seguinte, Alex acompanha Rebecca numa consulta médica e, após minuciosos exames, são conduzidos ao consultório para a realização do ultrassom.
— Vamos verificar como está esse bebê? — Indaga o médico. — Gostariam de descobrir o sexo desta vez? — Rebecca e Alex se encaram em silêncio por alguns instantes.
— Não. — Respondem em uníssono, decididos a preservar a surpresa até o emocionante momento do parto.
Assim que o exame começa, Alex segura a mão de Rebecca, e ambos mantêm o olhar fixo no monitor. Ao ouvirem as batidas do coração do bebê, lágrimas de felicidade escorrem pelo rosto deles.
— Essa é uma melodia perfeita. — Sussurra Alex, acariciando suavemente o rosto de Rebecca.
— As batidas dos corações dos nossos filhos sempre serão os meus sons preferidos. — Afirma, sorrindo emocionada para ele. — Isso é incrível, não é? Fico imensamente feliz por mais uma vez vivermos isso juntos. Aqueles momentos iniciais durante a gravidez da…
— Foram momentos mágicos, guardados eternamente na minha memória. — Interrompe, observando a tristeza no olhar dela.
— O bebê está saudável, vamos continuar com o pré-natal e todos os cuidados já recomendados anteriormente, Sra. Baker. Esta gestação será tranquila. — Informa o médico, percebendo a felicidade do casal. — Vou deixar vocês a sós, nos vemos na próxima consulta. — Conclui, saindo do consultório.
— Querida, agradeço imensamente por tudo isso. É indescritível compartilhar esses momentos contigo, cada segundo ao teu lado é uma fonte de felicidade, um amor que transcende qualquer expressão verbal. — Declara, beijando ternamente os lábios dela. — Eu te amo, Sra. Baker.
— Eu te amo, meu amor. — Responde, emocionada por aquele momento.
À medida que o tempo avança, a vida de todos passa por transformações profundas e significativas. Bruna e Sebastian celebraram seu casamento de maneira íntima, conforme o desejo dela. Algumas semanas após a cerimônia, ela anunciou a tão esperada gravidez. Luiza e Richard, por sua vez, trocaram votos em um altar, realizando uma festa memorável que estava à altura de seus sonhos. Alex e Rebecca estão imersos na plenitude da gestação, vivenciando cada momento em perfeita harmonia. Ao completar o oitavo mês, a felicidade e a ansiedade preenchem a atmosfera da casa.
— Alex, não me interessa. Eu disse que pintaremos! — Retruca, visivelmente irritada.
— Não enxergo razões para isso! Além de não termos conhecimento do sexo, quando o bebê nascer, você redecorará tudo novamente! — Exclama, passando a mão na cabeça.
— Basta de inventar desculpas, Alex! Você está evitando isso há meses. Tudo está aqui! Comece a pintar. — Ordena, sentando-se decidida numa cadeira. — Não vou repetir, Alex. Estou realmente irritada.
— Droga! — Resmunga, visivelmente incomodado.
— Papai! — Pronunciam os gêmeos.
— O senhor falou uma palavra feia. — Adverte Olga, cobrindo a boca com suas pequenas mãos.
— Eu sei, foi um descuido! Me perdoem. — Solicita Alex, recebendo o olhar reprovador de Rebecca. — Vocês poderiam auxiliar o papai a pintar o quarto?
— Sim, papai. — Responde Nicolas, empolgado.
— Sra. Baker, vai ajudar ou ficará apenas dando as ordens?
— O que você acha, Sr. Shaw? — Pergunta, com um tom de deboche.
— Acredito que a senhora ficará deslumbrante de branco. — Elogia, jogando tinta nela com um sorriso travesso.
— Não posso acreditar que você fez isso! — Resmunga, levantando-se abruptamente, desencadeando uma guerra de tintas.
Naquela atmosfera de diversão, as crianças correm animadas, escapando dos pais que tentam colorir seus pequenos corpos. Risadas contagiantes preenchem o ambiente. Entre a bagunça e as tentativas de Alex em pintar o quarto, a felicidade é visível. Após um dia agitado, Rebecca tenta dormir, ao observar Alex adormecido ao seu lado, uma enxurrada de pensamentos invade sua mente.
— Olhe para você, dormindo tranquilamente, enquanto eu mal consigo encontrar uma posição confortável com esse bebê se mexendo sem parar aqui dentro. Estou morrendo de fome, mas nos últimos dias parece que ele rejeita tudo. — Resmunga, observando a serenidade no rosto dele. — Às vezes, me sinto tão irritada que chego a pensar em asfixiá-lo com um travesseiro, afinal, quem ficaria sabendo? — Murmura, exibindo irritação. — Alex, acorda! — Chama, sacudindo-o. — Anda, Alex, acorda.
— O que foi, querida? — Questiona, abrindo os olhos.
— Estou com desejos, levanta e vai comprar morangos para mim! — Ordena, encarando-o com seriedade.
— Morangos? Isso é um desejo típico de grávida? — Indaga, sentando-se na cama.
— Quer definir meus desejos agora? Por que não carrega esse bebê também? — Pergunta, arrancando uma risada dele.
— Tem morangos na geladeira, vou pegar para você.
— Não tem, Alex! Eu já comi todos, e, além disso, estou desejando morangos frescos.
— Claro, devo ir colher para você, não é? — Rebate, sendo atingido por um travesseiro que ela jogou. — Calma, querida. Comprarei os morangos para você. — Afirma, rindo enquanto abre a porta do quarto. — Nicolas, o que você está fazendo aqui? — Questiona, surpreso ao notar o filho na entrada.
— Estou com medo, papai. O monstro estava no meu quarto. — Responde, soluçando. Alex se abaixa e envolve o filho nos braços.
— Foi apenas um pesadelo, filho, não há monstro algum. E mesmo se houvesse, papai está aqui para te proteger. — Declara, arrancando um sorriso de Rebecca, que observa a cena. — Vamos para o seu quarto, papai vai te mostrar que está tudo bem.
Alex guia o filho até o quarto, investigando cada canto do lugar para garantir que o pequeno se sinta seguro. Ele o deita na cama, deitando-se ao lado e criando um mundo encantado com suas palavras, até que o filho adormeça. Após minutos admirando o sono tranquilo do filho, ele deixa o quarto e se depara com Rebecca saindo do quarto do casal.
— Querida, para onde você está indo?
— Estava indo verificar se está tudo bem, você demorou para voltar do quarto dele.


— Obrigada, Maria. Estaremos de volta em breve. Cuide de tudo enquanto não estivermos aqui, por favor. — Pede, esboçando um sorriso sutil. — Meus amores, comportem-se. Amo vocês profundamente. — Afirma, conquistando a completa atenção dos filhos.
— Mamãe, meu irmãozinho já vai chegar? — Indaga Olga, envolvendo os braços nas pernas de Rebecca.
— Sim, princesa. Em breve, estaremos em casa com o seu irmãozinho ou irmãzinha. — Responde Alex, elevando a filha nos braços para que Rebecca a beije, realiza o mesmo gesto terno com Nicolas. — Vamos, Rebecca, está na hora.
— Depois dizem que nós, mulheres, somos o sexo frágil. Alex está sofrendo desde que acordou.
Ignorando as provocativas de Rebecca, após afetuosas despedidas, Alex conduz Rebecca até o carro estacionado em frente à porta de entrada. No veículo, ele mantém uma atenção constante, enquanto Rebecca observa o nervosismo dele, achando um charme na situação.
— Meu amor, você pegou a bolsa do bebê?
— Que bolsa, querida? Para que ele precisa de uma? É só um bebê. — Responde, sem dar muita atenção ao questionamento, ansioso para chegar logo ao hospital.
— Amor, a bolsa com as coisas para ele! Vamos deixar nosso bebê nu na maternidade? — Indaga, divertindo-se com o nervosismo dele.
— Droga, esqueci. — Responde, tentando manter o foco. Ao abrir a porta do carro, Rebecca segura delicadamente sua mão.
— Calma, meu amor. Respire fundo, apenas respire para se acalmar. Você fica tão adoravelmente atrapalhado quando está nervoso. — Brinca, provocando risadas nele.
— Sou uma piada. Deveria estar te acalmando e não o contrário. Tudo bem, proponho recomeçarmos. — Afirma, beijando ternamente os lábios dela antes de voltar para casa e pegar a bolsa do bebê. — Pronto, agora nosso bebê não será um entusiasta do nudismo como a mãe dele. — Declara, ao entrar no carro.
— Você ainda se lembra disso? — Questiona, com um sorriso suave.
— Lembro de tudo sobre você, meu amor. — Responde, começando a dirigir em direção ao hospital.
Ao adentrarem o hospital, são conduzidos à maternidade. Após os meticulosos preparativos para a cesariana, os médicos iniciam o procedimento. Alex segura firme a mão de Rebecca, que o encara intensamente, lágrimas de emoção escorrendo dos seus olhos, finalmente vivenciando essa tão esperada experiência ao lado dele.
— Você é incrível, meu amor, uma mulher extraordinária. Você é o amor da minha vida. — Sussurra, acariciando ternamente os cabelos dela, enquanto ela aperta com força a mão dele. — Eu te amo.
Após quase uma hora que se estendeu como uma eternidade, um suave choro ecoa pelo quarto, anunciando a chegada do bebê. Lágrimas de pura emoção deslizam pelos rostos de Alex e Rebecca, o médico deposita com delicadeza o bebê no peito de Rebecca, e os olhos deles brilham ao contemplar aquele pequeno ser.
— Ele é perfeito. — Afirma Alex, beijando suavemente a testa de Rebecca. — Isso é incrível, obrigada, meu amor. Eu te amo, minha menina.
— Ele é lindo, Alex, muito lindo. — Declara, admirando o filho. — Bem-vindo ao mundo, meu amor.

Mesmo diante das reviravoltas da vida, eles perseveraram, mantendo acesa a chama desse amor que resistiu a todas as barreiras ao longo dos anos. Agora, Rebecca e Alex celebram, enfim, a conquista da felicidade, transformando-a em uma constante em suas jornadas. Cada página dessa história é marcada pela solidez desse sentimento que transcende o tempo e as adversidades, criando uma narrativa única e eterna de amor.
***************FIM**************

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: ENTRE O AMOR E O ÓDIO
Por que está sendo cobrado pra liberar capítulos? Pois no booktrk diz que a leitura é gratuita....
Também estou amando esse romance estou lendo ele no taplivros estou no capítulo 135, pensei que iria encontrar todos os capítulos disponíveis aqui....
Obrigada pela leitura,quero muito saber como termina e o que acontece com aquela megera de amiga e a maluca da Nicole....
Gratidão pela leitura .... por favor mais capítulos...
Quando vai ter a continuação do livro? Ou termina aqui ?...