"Oh, uma velha amiga?" Os olhos de Heinz se estreitaram e ele parecia infeliz.
Não uma mulher bonita?
Ele tinha ousado dizer que a mulher de quem ele gostava não era uma beldade.
"Ah!"
Aquele homem era exigente, pensou Heinz. Mas aos olhos dele, a esposa de Simon não era nada bonita.
Já insatisfeito, olhou para Simon com frieza.
Sorriu e disse: "A mulher de cabelo comprido que você puxou era linda. É sua ex-namorada?".
Era um teste.
Um teste simples.
Fitou Simon com intensidade. Seus olhos eram penetrantes e frios, o que deixou o outro em pânico sem motivo.
Simon achou o olhar particularmente frio e até um pouco ofensivo. Era muito intenso.
Um pouco surpreso, disse com um sorriso: "Sr. Jones, se minha esposa ouvir isso, entraremos em uma discussão".
Com olhos cortantes, Heinz sorriu com gentileza e falou: "Parece que ela é mesmo sua ex-namorada".
Simon não respondeu.
Para Heinz Jones, a falta de resposta fora um consentimento silencioso.
Seus olhos atiraram adagas em Simon. Cerrou os dentes e continuou, frio: "Se você ainda é próximo da sua ex-namorada, é fácil sua esposa entender mal. Se quiser garantir que você e sua mulher se deem bem, é melhor não se envolver com sua ex".
Foi um aviso sarcástico.
Simon Brown ficou atordoado e o canto da boca dele se contraiu. Ele sorriu e agradeceu: "Você está certo, Sr. Jones. Obrigado por seu lembrete".
Heinz lançou um olhar assustador para ele.
Virou-se e caminhou em direção ao carro. Lester se adiantou e, rápido, abriu a porta e colocou a mão no teto para proteger a cabeça de Heinz, caso fosse necessário. "Presidente, por favor, entre."
Heinz entrou no carro graciosamente.
Lester fechou a porta do veículo e voltou para o banco do passageiro.
O motorista partiu.
O ambiente pesado começou assim que Heinz entrou no carro. Foi tão deprimente que ninguém se atreveu a emitir qualquer som.
Heinz estreitou os olhos, pegou o celular, verificou se havia notificações e colocou-o de volta no lugar. Depois, permaneceu em silêncio.
Estava tão quieto que era assustador.
Lester ficou muito preocupado e atento ao chefe.
Grace pegou um ônibus para voltar ao escritório. Assim que entrou no Entertainment Daily, várias pessoas a fitaram, ansiosos.
"Grace, como foi a negociação?"
As expressões nos rostos eram diferentes, mas todos estavam animados. Só perguntavam por diversão.
Grace meneou a cabeça e disse: "Não deu certo".
"Não deu certo?"
Todos ficaram surpresos, e as reações foram variadas.
"Grace, o diretor Chen disse para encontrá-lo na sala dele assim que chegasse", disse Lilian.
Grace assentiu: "Vou agora".
Pensando nos encontros anteriores, ela temeu que Lorenzo Chen não a tratasse com gentileza.
Nem sequer bebeu um gole de água e já foi para sala do editor-chefe. Bateu na porta e o ouviu dando permissão para que entrasse.
Lorenzo Chen ergueu os olhos e a viu. Perguntou na mesma hora: "Como foi? Conseguiu?".
Grace viu seus olhos gananciosos, como um animal que vê a presa. Ela estava pronta para decepcioná-lo.
"Não, Diretor Chen", Grace respondeu.
"Não?" Chen obviamente não acreditou. "Heinz Jones não concordou?"
Ela assentiu.
Em primeiro lugar, não era problema dela. Ela tinha ido lá porque temia que o diretor dissesse alguma coisa. Além disso, queria a amostra de DNA.
"Não fique tão agitada. Se você procurar o Sr. Jones mais uma vez e fizer com que ele concorde, aumentarei seu salário."
"Não vou", Grace respondeu, impaciente.
"Você não quer ir?" Chen a provocou. "A razão pela qual você se recusa é que os benefícios que o Sr. Jones lhe dá são maiores do que o seu salário, não é?"
Grace ficou pasma.
"Grace, a culpa é sua. Você não pode ser a única a se beneficiar, precisa favorecer todos nós." Chen disse como se o Entertainment Daily fosse responsabilidade dela.
Ele que era chefe dela! Como podia fazer aquilo?
Ela não queria discutir.
E não tinha caído na lábia dele. Sorriu e disse: "Diretor Chen, talvez você queira reconsiderar a redução do pagamento. Está de acordo com as regras do Entertainment Daily? Se deduzir meu salário conforme sua vontade, terá problemas se o departamento pessoal descobrir".
O diretor estremeceu e olhou para Grace. Não esperava a ameaça.
"Grace." Lorenzo Chen meneou a cabeça e riu, fingindo não se importar. "Você não fez seu trabalho, então eu posso tomar algumas atitudes. O departamento pessoal está ocupado. Não vai se importar com punições justificáveis."
"Isso é bom, então." Grace zombou, mostrando sarcasmo.
"O que você acha? Quer encontrar o Sr. Jones de novo?", ele perguntou.
"Não, é melhor você arranjar outra pessoa." Grace não pretendia se comprometer. "Vou lidar com outras coisas agora, Diretor Chen."
Depois disso, ela se virou e saiu.
"Você!" Lorenzo Chen estava cheio de raiva, mas não perdeu a paciência.
Não posso agir precipitadamente antes de descobrir o que está acontecendo, pensou.
Quanto mais Grace pensava no assunto, mais furiosa ficava.
Não emitiu nenhum som durante toda a tarde.
Às duas horas, ela se levantou e foi ao banheiro.
Após cinco minutos, voltou e se sentou em sua cadeira.
Não muito depois, ouviu-se o rugido de um homem no banheiro:"Ah, quem fez isso?".

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Erro que Inicia
Hola buenasme gusta tu historia pero cuando le pongo traduce de portugués al español no se traduce por completo todo el texto...
Por favor coloquem mais capítulo!...
Coloquem mais capitulos por favor. Há estou no 255...