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Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso romance Capítulo 180

Luiza era médica, e métodos contraceptivos eram algo absolutamente normal em sua profissão.

Dado o relacionamento atual dos dois, quando Gustavo pediu que ela fosse tomar banho, sua primeira reação foi pensar nisso. Afinal, ela mesma foi quem procurou Gustavo e propôs serem amantes. Não fazia sentido agora querer bancar a indecisa. Na visão dela, seria melhor resolver isso de uma vez: dormir com ele, deixá-lo satisfeito, e, no dia em que ele se cansasse, ela poderia sair sem amarras.

De repente, Gustavo riu baixinho. Ele a ergueu e a colocou sentada na pia do banheiro. Com uma das mãos apoiada ao lado das pernas dela, inclinou-se até que sua respiração tocasse a orelha dela. Seus olhos brilhavam com diversão, e sua voz saiu carregada de provocação:

— Não foi você quem disse que somos amantes? Desde quando amantes precisam usar camisinha?

O tom despreocupado, quase insolente, era típico dele.

Luiza, que achava que estava preparada, sentiu o rosto queimar instantaneamente.

— Mesmo assim, é importante… Por segurança.

Ele arqueou levemente as sobrancelhas, fingindo considerar o argumento, e retrucou com um ar divertido:

— Segurança? Eu não tenho nenhuma doença.

A paciência de Luiza acabou. Ela o encarou, irritada:

— Gustavo! Não tem nada a ver com doença…

Antes que pudesse terminar, ele a interrompeu, sua voz baixa e firme:

— Chama de irmão.

Era algo que Gustavo sempre corrigia, desde que eles eram mais jovens. Ele parecia ter uma obsessão particular por ouvi-la chamá-lo assim. E, como no passado, Luiza sabia que, se não o chamasse, a conversa simplesmente não avançaria.

Com a expressão resignada, como se estivesse lidando com um cliente difícil, ela cedeu:

— Irmão.

Gustavo abaixou os olhos para ela, mas sua expressão mostrava claramente que não estava satisfeito. O tom dele era frio:

— Luiza, quando você era pequena, não era tão desonesta assim.

Ela bufou, impaciente:

— Irmão! Está bom agora?

Era sempre assim que ela o chamava. Ou com a maior das impaciências ou com um tom melancólico, quando precisava de algo dele.

Gustavo arqueou as sobrancelhas em aprovação, claramente satisfeito. Mas Luiza aproveitou para continuar:

— Você pode parar com isso? Eu sei que você já teve muitas mulheres. Talvez até tenha filhos por aí…

Mas ela não terminou a frase. Gustavo a silenciou com um beijo avassalador, engolindo todas as palavras que ela pretendia dizer.

Ele não pediu permissão, não deu espaço para recusa. Seus lábios invadiram os dela com intensidade, e sua língua dominou a dela com uma força que traduzia desejo e possessividade. Toda a autoridade de Gustavo se manifestava naquele momento, no beijo que parecia não ter fim.

O banheiro estava tomado por uma atmosfera quente e carregada. O vapor no espelho só reforçava a tensão entre os dois.

Luiza não entendia como ele conseguia desarmá-la tão facilmente. Bastava ele se aproximar, e suas pernas perdiam a força. Quando ele a beijava, era como se ela perdesse o controle até da própria respiração. Ela tentou se afastar, mas Gustavo, prevendo isso, segurou com firmeza a parte de trás de seu pescoço.

A mão dele era grande e firme, mas o toque era quase provocador, como se ele estivesse brincando com ela. Ele sabia exatamente como deixá-la sem saída.

Em poucos instantes, Luiza já estava sem forças para resistir. Sua voz saiu fraca, quase um sussurro:

— Gustavo…

Ele não interrompeu o beijo, mas conseguiu murmurar entre os lábios dela:

— Chama de irmão.

Mesmo naquele momento de completa vulnerabilidade, ele não perdeu a oportunidade de corrigi-la. Seu tom era autoritário, mas não sem uma pitada de diversão.

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