— Eu só posso garantir que não vou contar nada sobre o divórcio para o Ethan. Mas, se ele desconfiar ou ouvir de outra pessoa, isso já não é algo que eu possa controlar.
— Se você não disser e eu também não, de onde mais ele poderia descobrir?
Rebeca obviamente não estava disposta a modificar a cláusula.
— Luiza, o dinheiro da família Soares não cai do céu...
Antes que ela pudesse terminar, o toque do celular de Luiza a interrompeu. Na tela, o nome do chamador: Ethan.
Luiza atendeu, e a voz de Ethan soou firme do outro lado da linha:
— Luiza, por que estão dizendo que nos divorciamos?
Luiza não fez questão de esconder a conversa de Rebeca. A pergunta foi ouvida claramente por ambas.
Rebeca franziu a testa, dando um olhar de advertência para que Luiza não dissesse a verdade.
Luiza apertou os lábios levemente, mas sua voz saiu com uma tranquilidade impecável:
— Quem está dizendo isso? Como eu poderia me divorciar sozinha?
— Onde você está?
— Tomando um café com sua mãe. — O tom dela era dócil, quase despreocupado.
Ao ouvir isso, Ethan relaxou um pouco e, depois de olhar as horas, disse:
— Assim que eu terminar aqui, passo para te buscar em casa.
— Tudo bem. — Luiza respondeu, obediente, e desligou a ligação. Depois, olhou para Rebeca e comentou com calma. — Como você pode ver, não fui eu quem espalhou nada.
Rebeca respirou fundo, claramente contrariada, e chamou o mordomo para trazer o advogado. A cláusula foi alterada na hora.
Assim que Luiza assinou o contrato, ouviu a voz de Dona Paula vindo da sala.
Rebeca a lembrou rapidamente:
— A pressão da Dona Paula está instável. Ainda não contei para ela sobre o divórcio. E você, por favor, não diga nada.
Luiza assentiu e foi até a sala para acompanhar Dona Paula.


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