Wilma estava genuinamente em pânico e aflita. Seu precioso netinho!
— Você ainda tem tempo para isso? Leve a Ângela para o hospital agora!
Nesse momento, Serena notou que o dedo de Graciela estava com um curativo e imediatamente entendeu o que estava acontecendo, esboçando um leve sorriso.
— É verdade, vamos para o hospital.
— Na verdade, eu... cof, cof... minha barriga nem dói mais tanto... — Ao ouvir a palavra “hospital”, Ângela ficou com medo de ser descoberta.
— É, a Ângela só teve um susto. Se ela descansar na cama, vai ficar bem.
Graciela também estava com medo. Além disso, a verdade sobre o bebê de Xavier já havia sido revelada pela boca de Wilma, então o objetivo delas estava alcançado. Naturalmente, não queriam mais complicações.
Serena deu uma risada contida e se dirigiu a Wilma:
— Você ouviu, não sou eu que não a levo para o hospital, é ela que não quer ir. Então, se o seu precioso netinho for perdido...
— Vira essa boca para lá! Não se atreva a dizer besteira!
— De qualquer forma, a culpa não será minha.
Wilma só pensava no neto; nada era mais importante.
— Leve-a para o hospital agora, imediatamente!
— Tia, eu estou bem, de verdade...
— Cale a boca! — gritou Wilma para Ângela. — Se acontecer alguma coisa com o meu neto, você acha que não terá sua parcela de culpa?
Ângela não ousou dizer mais nada e foi levada ao hospital.
Ao chegarem, Wilma entrou correndo e gritando por socorro. Médicos e enfermeiros, pensando que era algo grave, vieram de vários departamentos, e uma maca foi trazida da sala de emergência.
Ângela foi colocada na maca e, sem chance de falar, levada para a emergência.
E então...
Após o exame, o médico ficou sem palavras. Queria dizer que Ângela estava bem, mas, vendo a insistência de Wilma, decidiu interná-la para administrar soro com nutrientes.
Assim que Ângela foi acomodada no quarto, Xavier e Ronaldo chegaram apressados.


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