Patrícia Correia ignorou Bryan Dias, levantou-se e correu em direção à porta, mas Bryan foi mais rápido; ele a agarrou e a empurrou de volta.
— Esta é a minha casa! — gritou Patrícia, furiosa.
— Eu disse que não é para abrir a porta! — bradou Bryan.
— Com que direito você...
— Com o direito de ser seu marido, e eu não vou permitir que você procure outro homem!
— Bryan. — Patrícia olhou para ele, sem saber o que dizer por um momento. — Você acha que isso faz sentido?
— Nós três vivendo juntos assim, não seria bom?
— Não!
Enquanto os dois discutiam, Grace aproveitou a distração de Bryan, correu furtivamente até a porta e a abriu. Ao ver Rogério Costa, ela logo pediu socorro:
— Sr. Costa, aquele homem mau está intimidando a mim e à mamãe, por favor, bate nele e faz ele ir embora!
Rogério afagou a cabeça de Grace e pediu que ela esperasse no quarto.
— Não, eu preciso proteger a mamãe também! — disse a menina, com as mãos na cintura.
Rogério apertou de leve o nariz da garota.
— Fique tranquila, o tio vai proteger a sua mãe.
Grace tinha confiança absoluta em Rogério; se ele dizia que podia proteger a mãe, então ele podia. A menina obedeceu e correu de volta para o quarto.
Só então Rogério olhou para Bryan, soltando um riso de escárnio.
— O Diretor Dias é realmente um homem de grande caráter, especializado em intimidar mulheres e crianças. Devo aplaudir?
Enquanto falava, Rogério realmente bateu algumas palmas.
Bryan cerrou os dentes.
— Vá para o inferno, saia daqui! O que isso tem a ver com você?

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