Olívia chamou outra assistente, e as duas arrastaram a mulher para fora.
A porta do escritório se fechou, e o silêncio retornou.
Felipe baixou o olhar, sua voz fria. — Ainda não vai sair?
Serena estava debaixo da mesa. Ela estava se divertindo com a fofoca, mas ao ouvir o choro desesperado da mulher, também se sentiu mal, e até um pouco irritada.
— Vocês jantaram, beberam, passearam, viram um filme, ficaram na praia. Fizeram tudo isso e você diz que não a conhece?
Felipe esfregou a testa. — Nós estávamos em um grupo, não era só com ela!
— Você com certeza deu atenção especial a ela.
— Não.
— Com certeza!
— Serena, eu disse que não, e não vou mentir para você!
Serena bufou, mas depois percebeu algo estranho. Seu tom era de acusação, e o dele, de explicação.
Felipe também percebeu e disse, irritado: — Saia logo daí!
— Por que está gritando?
— Você acha que é apropriado ficar aí embaixo?
— O que tem de inapropriado... — Serena de repente pensou em coisas inapropriadas e corou. — Você... você não está pensando em cenas de filmes adultos, está?
Felipe cerrou os dentes, curvou-se e agarrou seu braço, tentando puxá-la para fora. Mas Serena, com medo de se machucar, se jogou para a frente e caiu em seu colo.
Ele a empurrou, mas ela se agarrou a seus ombros.
— Você disse que não deixa qualquer uma te tocar, pelo menos não alguém de quem você desgoste. Então você não desgosta de mim, certo?
— Humpt!



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