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Feliz Aniversário, Meu Amor de Mentira romance Capítulo 262

— Mas há uma coisa que preciso deixar clara.

Felipe hesitou. — O quê?

Serena mordeu o lábio inferior. — Esta não é uma declaração unilateral.

— ...

— Porque eu também te amo.

Felipe segurou o rosto dela, pedindo que repetisse.

— Felipe, eu te amo.

— Diga de novo.

— Eu te amo.

— Mais uma vez.

— Mil vezes, dez mil vezes, eu posso dizer. Eu te amo, eu te amo, eu te amo...

Mas, na verdade, ela não repetiu tantas vezes. Ele a beijou, deixando que aquelas palavras de amor se fundissem em seus corpos, provocando uma chama ainda mais ardente que os queimava, enquanto se desejavam com uma urgência selvagem.

Serena não soube quando foi levada para a cama. Ela apenas se libertou, permitindo que o homem que ela também amava loucamente a possuísse, a devorasse.

Contudo, ainda havia uma barreira entre eles. No momento de seu maior desejo, a razão o fez parar.

Ela olhou para ele, os olhos em chamas.

Ele olhou para ela, a razão vacilando.

— Meu bem... — ela fungou.

— Eu sei que você tem medo, eu não vou...

— Não. — Serena o abraçou, o corpo completamente entregue e pressionado contra o dele, e sussurrou em seu ouvido: — Só por esta noite, tudo bem?

O pomo de adão de Felipe moveu-se. Ele olhou para a mulher em seus braços e viu que ela estava pronta.

A razão finalmente desmoronou, e ele se permitiu ir, possuindo-a por completo.

A tempestade durou até o amanhecer, cessando abruptamente quando os primeiros raios de sol romperam as nuvens e iluminaram a terra. O céu se livrou da escuridão, as montanhas não pareciam mais sombrias e tudo renasceu.

Os pássaros madrugadores cantavam alegremente.

Quando Serena acordou, sentiu o corpo todo moído. O culpado estava ao seu lado, apoiado no cotovelo, observando-a.

Os dois ficaram na cama por um bom tempo antes de se levantarem. Assim que terminaram de se arrumar, ouviram batidas fortes na porta.

Felipe foi abrir. Mal a porta se abriu, uma pessoa se atirou sobre ele.

— Felipe, você me deu um susto de morte!

A pessoa que se jogou nos braços de Felipe era ninguém menos que Elvis.

Ele parecia exausto, com o cabelo desgrenhado e o rosto anormalmente vermelho.

Felipe o empurrou com nojo. — Não seja nojento!

— Você não sabe o que aconteceu ontem. Eu realmente pensei que algo tinha acontecido com você. Eu... eu até chorei à noite.

— Me solta primeiro!

— Como seu amigo, eu estava genuinamente preocupado. Mas você volta são e salvo e não me diz nada, passando a noite toda com essa mulher. E digo mais, quando você sumiu ontem, ela não demonstrou a menor preocupação. Permaneceu calma o tempo todo. Ela não sente nada por você. Não se case com uma mulher assim, ela não tem coração!

Enquanto falava, Elvis ainda lançou um olhar desafiador para Serena.

— Viu? Eu a desmascarei e ela não consegue dizer uma única palavra para se defender. Isso não prova que ela tem a consciência pesada?

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