Quem falou foi um homem alto e magro, que levantou a mão para bater em Serena.
Mas, no segundo seguinte, Serena lhe deu um tapa no rosto.
Plaft!
O silêncio tomou conta do cômodo. Os outros bandidos olharam, de olhos arregalados.
A ovelhinha que eles haviam capturado de repente mostrou garras afiadas e arranhou um dos lobos.
Isso...
— Bando de idiotas, vocês foram enganados por Alexandre! — disse Serena com frieza.
O tapa fora rápido, e suas palavras, cheias de confiança, realmente intimidaram os bandidos.
Nesse momento, Oswaldo empurrou os dois comparsas que bloqueavam o caminho e parou na frente de Serena. Ele parecia ser o líder do grupo.
— Repita isso, se tiver coragem.
Ele segurava uma faca, cuja lâmina afiada brilhava com uma luz fria. Ele a encarava com um olhar gelado e sinistro.
— Você sabe quem eu sou? — Serena estreitou os olhos, com um olhar ainda mais frio e penetrante que o dele.
Oswaldo riu, de repente achando graça.
— Já vi gente que não tem medo de morrer, mas nunca vi ninguém implorando para morrer.
— Já ouviu falar da Família Costa?
— Família Costa? E daí?
— Abram bem esses seus olhos. Eu sou a jovem senhora da Família Costa! — disse Serena em voz baixa e firme.
Oswaldo gargalhou.
— Você está falando de você?
— De mim, Serena!
— A filha daquele bêbado, Saulo?
— Eu já disse que não sou filha dele!
— Você sabe o quão ridículo isso soa? É como um peixinho dizendo que aprendeu a voar, voou até as nuvens e se casou com o príncipe do castelo. Pff, por que diabos estou te contando contos de fadas?

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