Os olhos de Ofélia se tornaram frios, e ela estava prestes a dizer algo, mas Serena se adiantou.
— Não tenho a intenção de dificultar a vida de pessoas inocentes. Da minha parte, sem problemas.
Ofélia cerrou os dentes. Se ela discordasse, pareceria que estava deliberadamente dificultando as coisas para a estilista?
E, ao olhar para a estilista, viu-a juntar as mãos em um gesto de agradecimento a Serena.
Ela respirou fundo.
— Para mim também, sem problemas.
Com a ajuda de uma assistente, as duas começaram a se arrumar ao mesmo tempo.
— Você vai ao jantar da Sra. Vargas? — perguntou Ofélia.
Serena respondeu com indiferença.
— Pelo visto, você também.
— Ah, é? E com que status você vai? Como a nora da Família Costa? Que estranho, não ouvi a Sra. Costa mencionar que a levaria.
— O que foi? Não conseguiu fisgar meu marido e agora está tentando se aproximar da minha sogra?
— Nossas famílias são amigas há gerações. Eu e Felipe nos conhecemos desde crianças, e a Sra. Costa sempre gostou muito de mim. Entre nós, a intrusa é você.
— Eu e meu marido temos uma certidão de casamento. O que você tem com ele?
— Você!
— E ainda fala em intrusa. Sua intenção de ser a outra não poderia ser mais óbvia!
— Serena!
— Por que a pressa? A herdeira da Família Branco tem tão pouca classe?
Ofélia rangeu os dentes de raiva, mas não podia fazer nada.
Na verdade, Ofélia era bastante competente em outras áreas, como na administração de empresas. Diziam que metade dos negócios do Grupo Branco já estava em suas mãos, o que demonstrava sua capacidade.


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