— Desta vez é realmente impossível.
Ao ouvir Serena garantir à Sra. Vargas que faria o filho dela melhorar mais cinquenta pontos até o final do período, Robson balançou a mão, indicando que era impossível.
— É verdade. Antes, você apostou que o garoto estava na fase rebelde, controlando as notas de propósito para irritar os pais. Mas nós já o forçamos a mostrar seu verdadeiro potencial. Não há mais de onde tirar — disse Alfredo também.
Serena não disse nada, apenas sorriu e colocou a sacola de dinheiro sobre a mesa. Em seguida, tirou dois maços de notas e, sob o olhar brilhante dos dois, empurrou-os em sua direção.
Ambos eram gananciosos e, incapazes de resistir à tentação, estenderam as mãos. No entanto, Serena pressionou um maço com cada mão e ergueu as sobrancelhas para eles.
Robson revirou os olhos.
— Sabia que seu dinheiro não era fácil de ganhar!
— Não é fácil?
— São cinquenta pontos! — Alfredo fez um muxoxo. — Faltam dois meses para os exames finais. A menos que o garoto seja um gênio, é impossível para nós conseguirmos isso!
— Mas se vocês concordarem agora, os cem mil serão seus imediatamente, não é?
— Quando combinamos, você não disse que haveria condições adicionais!
— Nós não temos um contrato. Se eu disser que o acordo verbal não vale, vocês também não receberão esses cem mil.
— Vigarista!
— Maninho, a irmã está se sacrificando para ensinar a vocês uma lição: o mundo é dos espertos!
Alfredo bufava de raiva, mas Robson aceitou a realidade rapidamente.
— E se nós dermos aulas para ele, mas no final do período ele não melhorar cinquenta pontos?
Serena empurrou os dois maços de dinheiro para eles, com um sorriso malicioso:
— Meu acordo com a mãe dele também é verbal. Se não der certo, não deu. Mas a parceria entre as duas empresas é um contrato assinado, e isso não pode ser desfeito tão facilmente.
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