Pá!
O som ecoou pelo salão de exposições, e os convidados que estavam sendo retirados testemunharam a cena.
— Serena, como ousa bater na minha mãe!
Ofélia avançou, mas no instante seguinte, também recebeu um tapa forte de Serena.
— Tudo o que sua mãe fez, você certamente sabia, e talvez até tenha participado de algumas coisas!
— Você me bateu, você...
— Deveria se sentir sortuda por eu ter dado apenas dois tapas em vocês!
Ofélia, enlouquecida, tentou atacar Serena, mas foi detida por um grito de Fidel.
— Chega! Por que você é igual à sua mãe?
O grito fez os olhos de Ofélia se encherem de lágrimas. Ela olhou para Fidel, incrédula.
— Pai, você está defendendo ela!
Fidel respirou fundo e, ignorando Ofélia, olhou para Serena.
— Serena, por favor, venha para casa comigo primeiro. Tenho muito a lhe dizer.
— Não — disse Serena com indiferença. — Sua casa não é a minha casa. Não era antes, não é agora e nunca será.
Depois de dizer isso, ela ignorou o olhar suplicante de Fidel e se virou para ir embora, decidida.
Mal havia se afastado quando ouviu a risada exagerada de Ofélia.
*Levou um tapa e enlouqueceu?*
Depois de deixar o Dr. Freitas em sua residência, Serena e Robson foram ao túmulo de sua mãe.
Mesmo sem precisar olhar na internet, ela sabia que o incidente de hoje já havia se espalhado e que sua mãe seria novamente jogada no centro das atenções da opinião pública.


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