Ficar ou correr? romance Capítulo 621

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Ao perceber que eu havia mudado de assunto, ela fez um biquinho. “Tsk. É uma tradição aqui em Nova Itália que parentes e amigos venham com presentes e suplementos para visitar o bebê. É também um reencontro com os familiares.”

Assenti com a cabeça em reconhecimento e suspirei aliviada por ter mudado de assunto com sucesso.

Depois de conversarmos por um momento, ela não aguentou a sonolência e adormeceu, mas seu recém-nascido acordou.

Abrindo os olhos, o bebê olhou ao redor curiosamente e mexeu as pernas.

“Esse é o movimento favorito dele. Ele é muito mais esperto que muitos recém-nascidos”, disse a cuidadora com um sorriso ao entrar.

Retribuí o sorriso. Com os olhos fixos no bebê, um sentimento de ternura cresceu dentro do meu coração. Estendi a mão para tocar a dele, e o bebê segurou meu dedo.

A palma dele parecia aveludada. O tempo que passei sozinha com o bebê foi tranquilo, relaxante e reconfortante.

Ainda estava imersa em meus pensamentos quando Carmen entrou. Sua voz me tirou do devaneio.

“Letti, preparamos sua comida favorita, como costelinha agridoce, berinjela grelhada e cheesecake de mirtilo. Vamos almoçar agora. Você pode voltar para ver Eliana e o bebê depois.”

Atônita, olhei para o meu relógio. Já era meio-dia.

Lembrando que eu deveria almoçar com Pedro, recusei sua oferta: “Receio que não posso ficar para o almoço, pois preciso ir à Corporação Carvalho em breve.”

Carmen me lançou um sorriso maroto. “Vai almoçar com Pedro?”

Sua pergunta me deixou surpresa, e eu não disse nada.

Ela riu da minha reação. “O Sr. Carvalho já está aqui. Ele está na sala de estar agora. Vamos.”

Fiquei um pouco surpresa. Quando ele chegou?

Ao entrar na sala de estar, vi Pedro sentado a uma enorme mesa de jantar, que poderia acomodar até dezesseis pessoas. A maioria delas eram estranhos para mim.

Sentei-me no lugar vago ao lado dele, perguntando em voz baixa: “Quando você chegou?”

“Cheguei há um tempo”, respondeu em um tom profundo.

“Por que não me ligou?”, questionei. Então, vi alguém conhecido na mesa. Era Roberto.

Pedro segurou minha mão. “Liguei, mas você não atendeu.”

Fiquei confusa. Pegando meu telefone, vi algumas chamadas perdidas. Só então percebi que meu telefone estava no modo silencioso.

“Desculpe, coloquei meu telefone no modo silencioso.”

Segurando minha mão, ele não disse uma palavra.

As pessoas na mesa conversavam entre si. Eliana ficou em seu quarto, pois estava de repouso.

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