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JOGO PERVERSO (A PROSTITUTA E O CEO) romance Capítulo 5

Felipe olhava para todos os cantos da boate e nada de encontrar a garota. Era como se ela tivesse desaparecido, e nem mesmo Carlos, ele encontrou desde a hora que chegou. Eduardo já estava animado, conferindo as garotas até que uma de cabelos lisos e negros passou ao lado dele e Eduardo a puxou para o seu colo.

O empresário achou melhor deixar o amigo à vontade e foi para o bar atrás de Carlos. Encontrou o homem bebendo e conversando com o garçom e se aproximou do gerente com um "boa noite".

— O que manda Martinelli? — Carlos perguntou ao responder o boa noite.

— Quero a garota da noite passada, procurei por ela no salão e não encontrei. E espero que ela não esteja com nenhum cliente nesse momento.

Carlos riu do que Felipe disse e conhecia bem aquele tipo, que não se apegava a nenhuma das meninas, e as poucas vezes em que aparecia na boate ele transava com uma diferente, nunca repetindo.

— Para sua sorte, a pequena Isa está no VIP hoje, o que significa que ela está no quarto e só vai atender quem procurar por ela, e veja só, você foi o primeiro essa noite.

Felipe entendeu o recado e com um aceno de cabeça seguiu até o quarto da noite passada. Sem bater, entrou e a encontrou deitada naquela cama com lençois de seda vermelha e uma camisola que mostrava praticamente o corpo dela todo.

"Isa", como Carlos a chamou, se levantou confusa ao olhar Felipe trancando a porta e ficando ali sozinho com ela.

— Boa noite, Isa! — falou, e Isadora não entendeu como ele sabia seu nome, já que na noite passada os dois trocaram meia dúzia de palavras.

— Carlos me disse seu nome no bar, eu perguntei por você e ele me contou que tive sorte porque você estava atendendo no VIP e o primeiro cliente que chegasse seria o sortudo.

— Ele está certo. Talvez eu não esteja em condições de atender muitos essa noite, por conta de um cliente digamos que especial, que me deixou um pouco dolorida.

Felipe riu do que ela disse e foi até a cama, tirou os sapatos e se sentou, sendo observado por ela.

— Você vem sempre aqui? Porque parece que já conhece bem o lugar — Isa perguntou indo se sentar ao lado dele.

— Talvez seja um antigo cliente e só agora eu conheci você. Da última vez que estive aqui você não estava trabalhando nesse lugar.

— Eu comecei a trabalhar aqui há poucos meses, e por isso você nunca deve ter me visto.

Isa, sem pedir permissão, tirou a camisa dele, e viu que era feita de um tecido fino e para não amassar colocou no cabide e voltou para a cama ajudando-o a tirar a calça, o deixando apenas com a boxer preta.

— O que acha de fazermos diferente essa noite? — Felipe perguntou, deixando a garota confusa quando ela estava indo se sentar no seu colo.

— Como assim, diferente? Olha, eu gostei da noite passada, você é bom no que faz, mas nada de coisas excêntricas. Além do mais, como já te falei, não faço anal, nem que me pague o dobro.

Isadora estava saindo do colo dele, mas foi impedida por suas mãos fortes que a seguraram com delicadeza.

Capítulo 5 1

Capítulo 5 2

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