Marina não sabia quando adormeceu, e depois foi despertada por um beijo.
As cortinas estavam fechadas, o quarto mergulhado em uma penumbra difusa, envolto pelo leve aroma de sândalo que vinha do homem. Ele se debruçou suavemente sobre ela, beijando-a com delicadeza do canto dos lábios até o lóbulo da orelha.
Marina sentiu cócegas com os beijos, mas não tinha forças para reagir, permanecendo de olhos semicerrados, a mente ainda enevoada, mergulhada nos beijos dele sem querer despertar.
"Pequena feiticeira!" — a voz rouca dele soava carregada de insinuação.
Marina virou o rosto e o beijou.
Bosque apoiou-se de leve, segurando o queixo dela, envolvido por um desejo inebriante.
A mão dele deslizou pela borda do suéter de Marina, entrando por baixo. Marina não resistiu, arqueando de leve a cintura, a respiração tornando-se ofegante num instante, e até o olhar trocado entre eles parecia ainda mais intenso.
Quando Marina ergueu a mão para desabotoar a camisa dele, o celular ao lado disparou com um toque estridente.
O som brusco dissipou toda a atmosfera de intimidade. Bosque levantou o olhar, contrariado, querendo saber quem estava interrompendo aquele momento.
Marina se virou, pegou o celular e atendeu a ligação. "Kléber!"
Bosque arqueou as sobrancelhas, o rosto ficando ainda mais impassível.
Kléber perguntou com um sorriso: "Onde você está?"
Marina, sentindo o homem apertar sua cintura, mordeu o lábio, um pouco sem graça, e respondeu: "Estou fora de casa."
Kléber perguntou, preocupado: "Depois de dois dias de descanso, como está se sentindo?"
"Já estou bem." — Marina respondeu com um sorriso suave. Mal terminou de falar, sentiu a mão do homem apertar ainda mais sua cintura. Ela lançou-lhe um olhar de repreensão, pedindo para ele se comportar.
Marina sempre fora calma e raramente mostrava esse lado manhoso, mas aquele simples olhar bastou para fazer Bosque estremecer.
"Que horas?" — perguntou Bosque.
"Meio-dia!"
Bosque olhou para o relógio, virou-se e prendeu Marina debaixo dele, dizendo com a voz rouca: "Calma, ainda temos tempo!"
......
Quando saíram, já eram onze e meia. Marina estava preocupada por não conseguirem chegar antes do meio-dia.
"Ficar preso no trânsito e chegar atrasado é normal!" — Bosque, satisfeito, de bom humor, segurou a mão de Marina e a consolou.
Marina disse: "Kléber é muito pontual, e além dele, os colegas também estarão lá. Não é bom se atrasar!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...
O livro acabou no capítulo 5515 ....