Pelo que Alana podia perceber, Isabella se sentia prejudicada. Não valia a pena tentar lhe dar uma lição, pois isso só faria ela interpretar tudo de forma ainda mais exagerada.
Ela apenas fazia seu trabalho e cumpria suas obrigações, sem questionar mais nada.
— Se o lado da Srta. Soares não apresentar resultados em três dias, eu emitirei um contrato de quebra e vocês apenas terão que pagar a indenização. — Alana se levantou.
Isabella segurou a respiração. Olhando para as costas de Alana, ela deu uma risada de raiva.
Ainda bem que sua gravação também havia capturado essa parte.
Naquele momento, o telefone tocou. Ao ver quem ligava, Isabella não evitou Alana e atendeu diretamente:
— Arthur... Hum, estou aqui na Valente Tech agora... Você vem me buscar? Tá bom.
Ao desligar o telefone, Isabella olhou para ver a expressão de Alana.
Mas, de forma inesperada, ela não viu nada.
Porque Alana já havia se virado e saído quando ela atendeu a ligação.
Portanto, ela também não sabia que Arthur viria buscá-la.
Isabella estava muito irritada hoje e ficou calada depois de entrar no carro de Arthur.
Arthur percebeu isso e perguntou:
— Problemas no trabalho?
Isabella queria contar a Arthur como Alana havia dificultado as coisas para ela hoje, para que ele pudesse defendê-la.
Mas pensando bem, sentiu que não havia necessidade.
Bastava ela entregar a gravação ao Sr. Rossi.
— Sim, mas são problemas pequenos, eu consigo resolver. — Isabella sorriu.
Arthur assentiu:
— Hum, se precisar de ajuda, pode falar.
Isabella deu um sorriso doce:
— Entendido!

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