Agora, na internet, todos estavam xingando Isabella de fingir ter habilidades que não tinha, de ser arrogante, de não ter espírito acadêmico, e até dizendo que ela não havia conquistado nada anos após se formar, e que seu sucesso repentino se devia apenas a homens, a Arthur Campos.
Também diziam que a família Campos nunca havia afirmado nominalmente que ela seria a futura dona da casa, e que talvez ela estivesse apenas se aproveitando.
Até desenterraram os detalhes da Gala de 100 Dias da Maya naquele dia. Com exceção do Sr. Ricardo, da Dona Helena e da mãe de Arthur, todos estavam com rostos frios e nem sequer olhavam para ela.
Claramente havia algo errado...
Isabella ficou atônita com a pergunta de Bento. Ela sentiu vagamente que nas palavras dele... parecia haver um tom de impaciência?
Mas impaciência?
Impaciência com ela?
Mas, pensando bem, talvez fosse por causa das armadilhas de Alana para impedi-la de ser aluna do Prof. Simão.
Ela deu um sorriso para consolar Bento:
— Não se preocupe, Bento. Eu não me importo com essas coisas. Quem é inocente se prova inocente. O ouro verdadeiro não teme o fogo. O tempo vai provar a verdade! Esses boatos na internet não podem me machucar.
Felipe também disse: — A cunhada realmente foi alvo de uma armação desta vez, mas você tem visão, cunhada!
Ele levantou o polegar.
A expressão de Bento continuou fria.
Ele até achou Isabella um pouco estranha, um pouco anormal.
— Não vou te levar agora, ainda tenho trabalho a fazer. O projeto que a família Cavalcante te deu, agilize isso.
Após dizer isso, sem esperar que Isabella dissesse nada, ele se virou e foi embora.
Felipe viu isso e ficou um pouco surpreso: — O que deu no Sr. Cavalcante?
Isabella hesitou por um momento e deu um sorriso impotente: — O Bento... talvez não queira me ver tão próxima de outros homens.
— O Sr. Cavalcante tem uma queda por você, cunhada? — Felipe concluiu a partir das palavras de Isabella.

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