"Pla!"
Mais um tapa atingiu o rosto de Lorenzo.
— Quem você pensa que é para ficar chamando as outras pessoas de coisas horríveis o tempo todo! Ela nem liga para você. Pelo contrário, você, como homem, fica implicando com uma mulher que não tem nada a ver com você, dificultando a vida dela, reprimindo-a, e até a empurrou quando ela estava grávida. Ela não foi atrás de você para arrumar problemas, deixou para lá, e você ainda insiste em insultá-la? Você não olha para o seu próprio comportamento! Seu lixo, semente ruim, a desgraça da família Paiva! Você é que é a vadia!
O velho ergueu a bengala e bateu em Lorenzo: — Você me fez perder toda a minha dignidade!
Pego de surpresa pelos golpes, Lorenzo sentiu tanta dor que caiu de joelhos.
A mãe de Lorenzo tinha acabado de voltar apressada do exterior e bloqueou o Sr. Paiva.
— Vá se ajoelhar para pedir perdão perante os registros da família! — A Dra. Clarice repreendeu severamente.
O Sr. Paiva foi ajudado a subir para o escritório e, ao perguntar, a Dra. Clarice descobriu que Lorenzo havia causado tamanho desastre.
— Não imaginava que tantas coisas tivessem acontecido nesses anos em que estive fora. A Alana também foi tola, como pôde abrir mão de um futuro tão promissor para se casar com Arthur Campos e bater de frente com Isabella. — A Dra. Clarice suspirou.
Ela também era pesquisadora, mas havia sido cedida pelo instituto para fazer pesquisas em uma base no exterior.
Anos atrás, ela havia conhecido Alana, sabia de sua identidade e também de sua capacidade.
Quanto a Isabella, ela também tinha ouvido falar dela no exterior, e até a conhecia muito bem.
Porque, quando Isabella estava na universidade, ela já a valorizava muito e queria aceitá-la como aluna.
Porém, foi rejeitada por Isabella.
Na época, ela achou uma pena e quis tentar de novo. Desta vez, ao voltar ao país, ouviu dizer que Isabella também havia retornado, então ela voltou para continuar tentando recrutá-la.

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