Alana e Henrique deveriam ficar juntos para sempre.
— O que foi? — O homem no banco de trás perguntou.
Isabella olhou pelo espelho retrovisor.
A luz de fora entrava, dividindo o homem no banco de trás em luz e sombra. Ele não abriu os olhos, e as suas feições bonitas estavam embaçadas pela luz, parecendo excepcionalmente frias.
Isabella nem se deu ao trabalho de mencionar isso a Arthur, então disse: — Um pequeno problema, eu posso resolver.
Assim que ela terminou de falar, o carro parou.
Eles chegaram ao Restaurante Aurora. Tiago Silva saiu do carro e abriu a porta para Isabella primeiro.
Isabella não teve pressa em sair. Ela olhou para o espelho retrovisor e disse:
— Arthur, depois eu mesma vou conversar com Alana. Você está muito cansado e ainda tem que participar de uma negociação de parceria agora. Você deveria descansar bem. E sobre o que aconteceu hoje... Arthur, muito obrigada.
Essa parceria era especialmente importante, pois permitiria conhecer e entrar em contato com muitos talentos da comunidade científica. Como Arthur permitiu que ela assistisse e aprendesse, Isabella sabia que a sua importância no coração de Arthur não havia mudado...
No entanto, ao entrar no Restaurante Aurora e se preparar para pegar o elevador, Isabella viu Alana esperando lá.
O olhar dela esfriou instantaneamente, e ela lançou um olhar de tédio para Alana.
Alana também foi avisada por Camila neste momento. Ela virou a cabeça e viu Isabella, e Arthur ao lado dela.
Camila perguntou em voz baixa: — Será que o Sr. Campos vai trazer Isabella para pegar o mesmo elevador que a gente?
Assim que ela terminou de falar, Arthur olhou para Alana e já caminhou em direção ao elevador exclusivo.
Isabella também lançou um olhar frio para Alana e a ignorou.
Alana a ignorou completamente e não a viu, mas o elevador delas ainda não havia descido.


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Memórias Destruídas: Não Há Volta Para Nós