Eles voltaram para a Valente Tech.
Henrique Valente estava no escritório e, ao ver que Alana trouxe Felipe D'Avila junto, não pôde evitar que sua pálpebra tremesse.
Felipe D'Avila não se importou, afinal, é brigando que as pessoas se conhecem.
Henrique Valente massageou as têmporas, ouviu Alana terminar de falar e então disse: — Você quer fazer uma parceria conosco?
Felipe D'Avila caminhou até a cadeira em frente a Henrique Valente, sentou-se e assentiu: — Isso mesmo, eu arranjo o que a empresa de vocês precisar, os materiais e equipamentos semicondutores do nosso Grupo Monólito são muito famosos. Acho que você sabe disso.
— Uau, então… e se a sua cunhada descobrir e não gostar? E se ela ficar brava e você não conseguir acalmála? Você não vai magoála agindo assim, Sr. D'Avila? Você pensou bem nisso? — provocou Henrique Valente.
— A sua Cunhada Isabella não vai saber que você está se importando com a nossa Alana, vai? Sr. D'Avila~
Felipe D'Avila fechou a cara, com uma expressão impaciente: — Sr. Valente, percebi que você também tem a língua afiada, quem não tem um passado sombrio. Vai querer a parceria ou não? Se não quiser, eu vou embora!
E se levantou.
— Ei, ei, ei, não fique bravo! Um chefe tão grande e não aguenta uma brincadeira! Isso não é o seu passado sombrio, é a sua trajetória. — Henrique Valente levantou-se para puxá-lo.
Felipe D'Avila quis ir embora ainda mais: — Adeus! Que sujeito!
Henrique Valente disse apressadamente: — Desculpe, desculpe! Errei, errei, nós erramos! Minha língua é afiada mesmo, tá bom?
Ele virou-se e chamou Alana: — Rápido, feche a porta, não deixe o nosso Sr. D'Avila, esse grande investidor, ir embora!
Alana sabia que Henrique Valente queria conversar a sós com Felipe D'Avila.

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