Um sentimento estranho surgiu no coração de Alana.
Assim que ia dizer "não precisa, cuide-se bem", Henrique chegou.
Ela ainda queria dizer algo a Augusto, mas percebeu que ele já havia desligado a chamada.
Henrique não conseguia achar Alana, estava muito ansioso, veio dirigindo e a encontrou aqui.
— Você quer matar alguém de susto? — Henrique franziu a testa.
Alana explicou a causa e as consequências. Henrique ficou em silêncio: — Quer dizer que agora ele não permite que você vá para o exterior?
Alana concordou: — Henrique, eu não fui muito impulsiva?
Ela se lembrou de agora há pouco e não sabia o que tinha acontecido, como se atreveu a brigar com Arthur.
Henrique disse que não. — Você se segurou demais, e o Arthur foi realmente longe demais! Daqui a pouco vai mandar você servir a Isabella no resguardo dela? Brigar faz bem, vamos pensar em outra saída.
Alana disse com muita calma: — Se eu simplesmente ignorar tudo e for direto para o exterior, ele vai usar meu pai e meu irmão para me obrigar a voltar.
Henrique também sabia que alguém como Arthur, no topo do poder, fazia de tudo quando era cruel.
Enquanto a expressão de Henrique também ficava tensa, Alana ligou para Camila Rossi.
Antes disso, Alana olhou para a ligação da velha senhora, e desligou direto.
Ela não era uma santa. Agora realmente não tinha paciência para ajudar Arthur a lidar com a velha senhora.
Às oito da noite, no café, Camila chegou apressada.
Alana abriu o notebook e pediu o celular para Camila.
Camila não sabia o que Alana iria fazer. Depois de entregá-lo, Alana perguntou: — E a Isabella?
Ela digitou o nome de Isabella e viu que não estava lá.
Camila pesquisou e digitou "Isabella, a vadia descarada".

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