Enquanto falava, Henrique observava o rosto de Alana com atenção.
Mas percebeu que, mesmo ao ouvir o quanto Arthur estava se esforçando por Isabella, ela não congelou como antigamente.
Alana acenou com a cabeça calmamente: — Então nós vamos também, eu vou arrematar o Anel de Jade Ancestral da minha mãe.
Henrique assentiu sorrindo. Pelo canto do olho, notou que parecia vir um carro ao longe.
Ele acenou com a mão: — Pode ir.
— Certo. — Desde o início, Alana não perguntou a Henrique o que a fez assinar.
Isso não pôde deixar de fazer Henrique rir e se preocupar ao mesmo tempo: e se ele a estivesse vendendo!
— Eu sei que você está precisando de dinheiro agora. Eu licenciei um projeto que você fez anteriormente e pedi que assinasse os papéis da autorização. Amanhã você vai ver noventa milhões a mais na sua conta. Quando chegar a hora, você pode licitar o que quiser à vontade.
Alana ficou surpresa e incrédula, ganhando ainda mais confiança!
— Henrique, obrigada!
Henrique: — Então não me decepcione!
No caminho de volta, o coração de Alana ficou ainda mais firme.
Amanhã, ela com certeza arremataria o que queria.
— Como a senhora está hoje?
Uma voz repentina surgiu atrás dela.
Alana se assustou.
Ao virar a cabeça, percebeu que era Arthur.
O olhar dele apenas passou por ela; a pergunta foi dirigida a um criado que viera recebê-lo.
Alana não disse nada, só queria andar rápido e ir embora.
Mas Arthur era homem e dava passos largos. Mesmo que ela desse trotinhos, não conseguia abrir distância dele.
Quem visse essa cena ia pensar que Alana estava seguindo o ritmo de Arthur de propósito.

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