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Meu CEO Dominador romance Capítulo 36

Luíza

Depois que chegamos da reunião — não gostei nenhum pouco do Sr. Medeiros! Ele é um homem bonito, não posso negar, mas me senti muito desconfortável com o jeito que ele me olhou a cada minuto e tenho impressão que o meu chefinho percebeu — que foi bem acalorada e estressante, Lucca ordenou que eu ficasse nua, pois queria dormir sentindo cada pedaço de pele minha, grudada nele — Fiz sem nem pensar duas vezes!

Estou num sono maravilhoso, até começar a sentir beijos sendo depositados da base da minha coluna, até chegarem na minha nunca me fazendo arrepiar toda. Para completar escuto a voz que me faz ascender inteira sempre que escuto.

—Acorda Bela Adormecida! — Fala com a voz de dez trovões linda que ele tem num tom baixo e dá uma mordidinha no lóbulo da minha orelha beijando atrás dela logo depois — temos um jantar para ir.

—Então acho melhor você parar de dar esses beijos, mordidas e de falar desse jeito no pé do meu ouvido! Não sou feita de ferro Sr. Bianchi! — Ele não aguenta minha sinceridade e solta uma gargalhada gostosa.

—Ainda bem que você é sensata, porque caso contrário, temo que não iríamos sair daqui! — Ele fala já esfregando sua anaconda na minha bunda. Solto um suspiro mas resisto a tentação.

—Vou tomar banho primeiro e por precaução vou trancar a porta. Quando sair de lá já saio quase arrumada, aí você toma seu banho!

—Garota esperta! — Fala rindo e dando mais beijos pelo meu pescoço. Oh Deus!

Nem espero mais. Pulo da cama, pego minha lingerie, maquiagens e secador para adiantar as coisas. Admito que precisava desse sono que tiramos durante o resto da tarde, estávamos exaustos e esse banho agora vem complementar, revigorando minhas energias. Assim que termino, visto um roupão para secar logo os cabelos. Não vou fazer nada neles, apenas deixá-los bem lisos, assim que termino, passo meu hidratante, perfume, faço uma maquiagem simples bem dia a dia, só carrego no batom vermelho que vai contrastar bem com meu vestido preto. Visto minha calcinha de renda preta — meu vestido dispensa sutiã, pois suas costas são bem nuas — e saio do banheiro.

—Pode ir Lucca! — Ele me olha, mas não diz absolutamente nada, só vai.

Me visto, ponho um salto agulha um tanto quanto alto e corro para me olhar no espelho — nossa, estou gata! O vestido bem justo, vai até acima dos joelhos, ele tem mangas compridas e totalmente fechado na frente. A surpresa é que nas costas ele tem um decote em V que se liga a um zíper formando uma linha até a barra do vestido. Ele é bem bonito — coloco uns brincos delicados e fico me analisando pelo espelho quando Lucca sai do banheiro.

—Uau! — Me viro assim que escuto — você está extremamente gostosa nesse vestido!

—Obrigada! — Sorrio tímida. Certeza que estou corada.

—Corada só melhora! — Ele fala já de boxer branca. Quer acabar com minha sanidade.

Não demora pra Lucca estar pronto — homens são tão práticos — para variar ele está um tremendo gato. Terno preto sem gravata, camisa branca, cabelo alinhado. Como sempre vai arrastar os olhares das mulheres por onde passar. Ninguém merece! — Quando entramos no elevador ele me abraça por trás, afasta meus cabelos e cheira meu pescoço terminando com um beijo na nuca, alisando minhas costas nua.

—Para Lucca, não posso te beijar agora e você fazendo isso, não ajuda.

—Gosto de provocar, já devia ter aprendido isso — assim que ele termina de falar o elevador chega no andar do restaurante. E lá vamos nós.

Chegamos na mesa que já tem algumas pessoas, entre mulheres muito bem vestidas e homens igualmente. O Sr. Medeiros me mede de cima a baixo, o que me deixa extremamente sem graça. Lucca parece perceber porque se aproxima mais de mim, me guiando até a cadeira com a mão na base da minha coluna e puxa a cadeira para que eu sente. Mesmo assim, ficamos de frente para o homem.

—Boa noite! Vamos esperar o restante chegar aproveitando uma bebida, já pedi um bom uísque, Bianchi! — Ele fala direcionado a Lucca.

—Ótimo, não recuso um bom uísque! — Medeiros concorda com a cabeça.

—E você Srta. Milani, vai querer algo? Posso providenciar! A propósito me permita dizer... — não permito não, queria poder dizer — a Srta. está linda!

—Ah, agradeço o elogio e por em quanto não quero nada para beber. Obrigada! — Respondo educada e sinto Lucca apertar minha coxa sobre o vestido. Parece que ele não está gostando nada do jeito que esse senhor vem me tratando e me olhando, assim como eu.

As bebidas chegam, o resto das pessoas também e o clima até que está tranquilo. Conversas na sua grande maioria sobre trabalho, claro, e vez ou outra sobre assuntos cotidianos. De repente, entram na questão do Lucca estar aqui no Rio pela primeira vez e a conversa vem parar em mim — que saco!

—Então quer dizer que a Srta. é carioca da gema? E levou toda sua beleza pra Nova York porque? — Que homem sem noção.

Chegamos no nosso andar e Lucca entrelaça nossos dedos me puxando para dentro da suíte — gosto muito da sensação das nossas mãos unidas dessa maneira. Não pensa essas coisas garota! — E foi afrouxando a gravata e tirando o terno em quanto eu me desfazia do salto, para enfim tirar o vestido, mas estava complicado abrir o zíper. Que merda!

—Lucca! — Ele me olha com aqueles olhos expressivos — abre aqui para mim por favor.

—Com muito prazer! — Ele vem até mim, afasta meus cabelos dando um beijo na minha nuca e nas costas, que me faz arrepiar imediatamente. Ele agarra o zíper, abrindo lentamente, roçando seus dedos pelo caminho da minha coluna até o fim já nas minhas pernas.

—Obrigada! — Respondo já suspirando, mas não obtive resposta, porque Lucca estava vidrado na minha bunda.

—Aaah, Ragazza! Que calcinha é essa? Quer me matar? — Nem tive tempo para assimilar as suas palavras, quando simplesmente ele larga dois t***s fortes nas minhas bandas, alagando minha calcinha na mesma hora — vamos tomar um banho de banheira Luíza! Essa calcinha indecente, atolada nessa sua bunda empinada me fez perder o resto do controle.

Tiro o resto do meu vestido, ele tira o resto da roupa dele e continuo com a bendita calcinha — a mando dele. Sim, porque ele não pede, ele manda. Dom Lucca Bianchi! Sorrio com meu pensamento.

Chegando no banheiro ele põe a banheira para encher e me abraça por trás, agarrando meus seios com as duas mãos e se encaixando perfeitamente no meu traseiro.

—Não consigo tirar minhas mãos de você Bella! Nem minha boca e muito menos meu pau! — Cada coisa que ele fala ele faz. Beija meu ombro, esfrega a ereção em mim. Eu estou pegando fogo.

Lucca vira meu rosto em sua direção, atacando minha boca com avidez. O beijo é voraz, duro, sensual... logo estamos nos curtindo bem ali na borda da banheira.

Quando chegamos em nossos limites ele desaba sobre minhas costas com cuidado em quanto me segura para que eu não caia. Minhas pernas estão parecendo gelatinas. Ele controla a respiração, se retira de mim devagar, retira o preservativo dando um nó jogando-o no lixo e volta desligando a banheira que já está cheia.

—Vamos entrar na água, mas, ainda não acabamos! — Com essa promessa, entramos na banheira relaxando um pouco na água quente. Estamos com os corpos colados. Lucca brinca com meus montes com uma mão e alisa meu braço com a outra.

Vou aproveitar para relaxar mesmo, porque do jeito que esse homem é, já, já, quando eu menos esperar vamos começar tudo de novo.

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