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Não Brinque com Ela: A Ascensão da Verdadeira Dona romance Capítulo 9

Augusto falou em um tom sério e conselheiro: — Isadora, você passou tantos anos no interior, andando com o seu avô, sem habilidades e sem formação.

Agora que voltou, claro que o pai tem que planejar algo para você. O pai te arranjou um bom casamento. A família da pessoa é muito boa.

Se você se casar, terá riqueza e luxo infinitos e não precisará mais passar dificuldades. Esse casamento era para ser da sua irmã,

Mas como ela ainda estuda e é um pouco mais nova, decidi passá-lo para você, como uma compensação pelos anos que o pai não esteve ao seu lado.

Isadora não acreditou em uma só palavra de Augusto.

Giovanna tinha dezenove anos, apenas um a menos que ela. Se fosse realmente um casamento tão bom, sabendo do tanto que Augusto desgostava dela, como ele daria essa chance a ela?

Estava tentando enganar um fantasma!

Mas, para ver qual era o truque de Augusto, ela ainda perguntou: — Quem é a pessoa? Quantos anos ele tem? Onde ele mora? Quem tem na família? O que ele faz da vida? E a renda mensal dele?

Isadora jogou cinco perguntas de uma vez em Augusto.

Augusto ficou confuso com as perguntas e demorou um tempo para reagir.

Ele disse irritado: — Para que quer saber de tantos detalhes? Pensa que é a polícia investigando um caso? Resumindo, as condições dele são muito boas. Você não sairá perdendo e, se você se casar com ele, ganhará muito a vida toda.

— Sr. Monteiro, você não está certo. Se é o meu casamento, claro que tenho que perguntar. Em que época você acha que estamos? Ainda quer continuar com a ideia de casamentos às cegas e arranjados.

Augusto começou a ficar de mau humor de novo: — Você... Olha só a sua atitude. Em vez de chamar de pai, me chama de Sr. Monteiro. Eu sou o seu pai, estou fazendo isso para o seu bem. Acha que eu te faria mal?

Isadora rebateu com fatos e questionou: — Sr. Monteiro, não é que eu não queira. Ontem de manhã quando vim, você disse que não tinha uma filha como eu.

Augusto suprimiu as emoções e disse: — Isadora, o homem é da família Albuquerque. Você, que viveu no campo, talvez não saiba. A família Albuquerque é nobre e rica na capital, eles têm dinheiro e poder. Se você aceitar se casar com ele, não vai perder nada.

— Sr. Monteiro, algo está errado!

— O que está errado?

— Se você disse que essa família Albuquerque é tão nobre e tem tanto dinheiro e poder, deve ter muitas meninas ricas na fila para casar. Por que eles escolheriam uma caipira como eu?

Augusto, se sentindo um pouco culpado, respondeu: — Eu tenho certa amizade com a família Albuquerque. Dona Adelaide gostou da sua irmã,

— mas sua irmã ainda é muito jovem e estuda. E como eu não queria perder um casamento tão bom, decidi mandar você no lugar da sua irmã.

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