Embora ele achasse desnecessário.
Ficar no hospital não era confortável.
Luana fez um bico e resmungou baixinho.
— Genebra, quero ir para casa.
Por mais confortável que fosse aqui, nada se comparava a casa.
Genebra ia falar, mas Gaspar recusou friamente.
— Não pode.
Luana também se irritou.
— Por que não? Eu não estou mais com dor.
— Não estar com dor não significa que está curada. E se a dor voltar no meio da noite? Você vai fazer Genebra te trazer para o hospital de novo? A saúde dela também não está boa. — Gaspar rebateu com indiferença.
Luana retrucou:
— Não disse para Genebra cuidar de mim, se acontecer algo, posso chamar uma ambulância.
— Desperdício de recursos públicos. — A boca de Gaspar era venenosa.
Luana pensou: ocupar um quarto VIP agora não seria desperdício de recursos?
Ela abriu a boca, mas de repente entendeu algo.
Agora que Luana estava doente, Genebra certamente não ficaria tranquila e iria acompanhá-la.
Mas a saúde de Genebra realmente não permitia esforço.
Gaspar estava... preocupado com Genebra?
Luana fez uma careta; se está preocupado, por que dar tantas voltas?
Não é à toa que Genebra não queria mais ficar com Gaspar; se fosse ela, não aguentaria nem um dia.
Ela gostava de amor direto e intenso; se houvesse qualquer hesitação, ela não queria.
Os dois estavam em pé de guerra, e com poucas frases, o ar congelou instantaneamente.
Ademir não aguentava mais ver aquilo; se Gaspar continuasse assim, como reconquistaria alguém?

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