Não como ele, que não dizia nada que prestasse.
Ao ouvir que ele era bonito, o rosto de Gaspar suavizou.
Mas ao ouvir sobre o garoto de programa, escureceu subitamente.
— Genebra, que absurdo é esse? Você foi procurar garoto de programa?
Genebra travou.
A capacidade dele de focar no ponto errado era chocante.
Era esse o foco?
Ela fechou os olhos com força.
Apontou para a porta.
— Saia. Ou eu chamo a polícia.
O rosto de Gaspar ficou completamente sombrio.
— Você tomou o remédio errado para falar comigo assim?
Ao mencionar remédio, os olhos de Genebra ficaram vermelhos instantaneamente.
— É, eu tomei o remédio errado. Você não adoraria que eu tomasse o remédio errado, que meu corpo colapsasse e eu fosse destruída? Você ficaria feliz, não é?
Quanto mais ela falava, mais absurdo ficava.
Gaspar olhou incrédulo.
— Que loucura é essa que te deu?
— Então vou te mostrar a loucura.
Genebra olhou em volta.
Pegou rapidamente a vassoura e bateu em Gaspar.
O homem não esperava aquilo.
O primeiro golpe o atingiu.
O rosto ardeu de dor.
Ele recuou passo a passo.
Foi forçado para fora da porta.
Bang!
A porta bateu na frente dele.
Quase acertou seu nariz.
Gaspar ficou com marcas vermelhas na bochecha.
Na sua pele pálida e fria, ficaram muito evidentes.
Ele olhou fixamente para a porta à sua frente.
Estava totalmente perplexo.
Cerrou os dentes com força.
Levantou a mão para esmurrar a porta.
Mas a mão parou no ar.
Furioso, virou-se e foi embora.
Assim que chegou ao térreo, Jaime ligou.
— Sr. Teixeira, a negociação aqui está quase concluída. Mas a outra parte tem um pedido.

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