Melissa foi colocada dentro de uma van, com os olhos vendados por uma faixa preta.
Ela, fingindo proteger sua barriga, cooperava completamente.
Os dois homens que a sequestraram não notaram nada de estranho e, ao perceberem que ela estava grávida, não amarraram suas mãos ou pés. Depois de jogarem seu celular pela janela, partiram em alta velocidade.
Do lado de fora do mercado, ao ouvir pelo telefone, Jacarias disse:
— Presidente Joaquim, a Srta. Melissa foi sequestrada em uma van branca.
Mesmo sabendo que Jacarias estava acompanhando a situação, Joaquim ainda estava muito apreensivo, apesar de ter sido repetidamente informado de que Melissa não havia se machucado.
Ele respirou fundo e sinalizou para Breno seguir o carro.
Ele queria monitorar pessoalmente, garantindo que nada de errado acontecesse.
...
O carro viajou por mais ou menos uma hora.
Os sons de carros e pessoas do lado de fora das janelas foram gradualmente desaparecendo.
Melissa não conseguia enxergar, mas, pelo que sentia, parecia estar sendo levada para um lugar isolado.
— Para onde vocês vão me levar? Quem quer me ver? — Melissa perguntou, fingindo estar inquieta.
Imediatamente, um dos homens no carro a repreendeu:
— Cala a boca! Se você falar mais uma palavra, vou tampar a sua boca.
Melissa fechou a boca imediatamente, aparentando cooperação.
Depois de mais uns dez minutos, o carro finalmente parou.
— Desça do carro.
A venda nos olhos de Melissa não foi removida, ela só podia tatear enquanto descia do carro.
Seguindo as instruções, ela foi conduzida por um caminho tortuoso até entrar em uma casa, onde finalmente foi colocada em uma cadeira.
Talvez porque ela estivesse grávida, eles acharam que ela tinha mobilidade limitada e nem se deram ao trabalho de amarrar ela.
Quanto menos sofrimento, melhor.
Finalmente, a venda foi retirada de seus olhos.
Levou algum tempo para Melissa se acostumar e começar a enxergar as coisas ao seu redor.
Ela provavelmente estava em um edifício abandonado.
Na sua frente, além do relaxado Vasco, havia mais cinco ou seis homens.
Vasco estava brincando com um canivete de madeira e, ao perceber que ela conseguia ver, soltou um sorriso frio:
— Melissa, nunca imaginou, né? Que um dia você acabaria nas minhas mãos!
Melissa franziu ligeiramente a testa:
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