Era Antônio.
Lorena deu um soco forte em Antônio e o repreendeu com raiva:
— Você quase me matou de susto.
Antônio não estava com disposição para brincadeiras. Olhou para os lados e, só depois de se certificar de que estavam seguros, levou Lorena embora.
De volta ao esconderijo, sem mais ninguém os perseguindo, Lorena segurou o peito e disse:
— Que susto! Aquela vadia da Melissa tem uma visão muito afiada!
Ao ouvir isso, Antônio franziu as sobrancelhas e perguntou, irritado:
— Você foi atrás da Melissa? Eu não te disse para não ir atrás dela?
Atualmente, Joaquim estava protegendo Melissa de todas as formas, e Antônio não havia conseguido sequer uma oportunidade para agir contra ela.
"Desde quando Lorena tem capacidade de enfrentar Melissa?" Pensou ele.
Assustada com o tom severo de Antônio, Lorena protestou, ressentida:
— Eu nem apareci! Só mandei alguém no meu lugar...
— Então como é que eles começaram a te perseguir? — Retrucou Antônio imediatamente.
Lorena ficou sem palavras.
Era por isso que ela estava dizendo que a visão de Melissa era incrivelmente aguçada! No meio de tanta gente, ela conseguiu reconhecer Lorena num piscar de olhos! Que ódio que Loreana sentia!
Embora tivesse uma lista de queixas para expressar, Lorena engoliu as palavras ao ver a expressão séria de Antônio e, em vez disso, disse:
— Tá bom, tá bom. Eu só queria ver ela sofrendo. Fica tranquilo, eu prometo que não vou mais procurar problemas com a Melissa.
Antônio não sabia se acreditava nela ou não. Depois de lançar um olhar profundo em sua direção, ele finalmente disse:
— Comece a arrumar suas coisas. Amanhã vamos para o Sudeste Asiático.
Não sabia se era apenas uma impressão, mas ele sentia que, se ficasse ali por mais tempo, talvez nunca conseguisse sair.
Lorena arregalou os olhos ao perguntar:
— Como assim vamos para o Sudeste Asiático? Você não disse que ficaria aqui para lidar com Joaquim e Melissa?
— Apenas arrume suas coisas e não faça mais perguntas.
Enquanto falava, Antônio já começava a revirar o lugar em busca de seus pertences.
Ele já havia plantado as armadilhas, agora era só esperar para ver elas explodirem.
Além disso, ele finalmente percebia a importância do dinheiro. Sem dinheiro, realmente era impossível fazer qualquer coisa.
Lorena franziu o cenho.
— Temos mesmo que partir?


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