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Nosso Casamento Tinha Prazo romance Capítulo 367

Era um olhar profundo; era impossível distinguir quais emoções guardava.

Levando uma culpa tão pesada daquelas, Celeste sentiu um enjoo repentino.

Ela não estava disposta a sair perdendo. Quando abriu a boca para falar algo.

Gregório já havia se virado e caminhado até ela, sentando-se à sua frente, cortando seu ímpeto de retaliação:

— Vamos conversar. Vamos resolver essa questão da melhor forma.

Celeste e Gregório não se viam havia alguns dias.

E o reencontro era, mais uma vez, por causa de Dulce. Um homem tão ocupado vindo pessoalmente fazer as vezes e dar apoio a Dulce... era realmente tocante.

— Estes são os contratos de formação da equipe na época. — Gregório empurrou uma pilha de contratos em direção a Celeste, fitando-a fixamente, e disse — A formação era independente, então agora, negociar a saída da Longus não será um processo tão complicado, tampouco envolverá camadas legais muito profundas.

Celeste deu uma olhada.

Era Gregório avisando-a de que não precisava ficar se agarrando àquilo.

Ela devia ser mais sensata.

— Eu também não sou uma pessoa apegada à fama e fortuna. Quando vim para a Longus, foi por causa de Gregório. Já que Gregório abriu mão da gestão da empresa, não acho que preciso perder meu tempo aqui. — Dulce também deu o seu parecer.

Ao falar, lançou um olhar íntimo a Gregório.

A expressão em seu rosto transbordava uma doçura que qualquer idiota notaria.

Aproveitando a deixa para demonstrar a relação e o vínculo que tinha com ele.

Era de uma doçura revoltante.

Celeste sentia-se como uma figurante no meio da multidão, testemunhando os dois exibindo o amor deles sem nenhum pudor.

Sua expressão permaneceu serena:

— Pelo visto, você realmente se acha uma pessoa tão importante que pensa que qualquer decisão sua tem que ser acatada? Quer sair? Pode sair. Vamos resolver isso na justiça. Vamos ver como isso vai ser julgado. Se você acha que vai levar fácil um projeto que a Longus alavancou, está sonhando alto.

Em várias empresas já houve precedentes para aquilo.

Tratava-se de apunhalar pelas costas: aproveitar todas as vantagens e recursos da empresa para, no fim, rotular tudo como sendo exclusivamente seu.

O rosto de Dulce congelou diante da frase de Celeste, sobre "achar que tinha poder de decisão", mas depois riu baixinho:

Capítulo 367 1

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