No fim da tarde, depois de arrumarem suas coisas no resort, os três seguiram para o restaurante japonês que Chase havia mencionado.
O Hoshizora Dining os recebeu com interiores de madeira acolhedores, lanternas de papel iluminadas e enormes janelas de vidro com vista para um lago tranquilo que se espalhava sob o céu da cidade. Apesar de estar localizado bem no meio de Mighatan, o amplo espaço do restaurante criava um verdadeiro oásis de calma, impossível de não admirar.
— Uau! — Josh arregalou os olhos. — Mamãe, olha as lanternas! Papai, eu achei que o lago que você falou seria pequeno... Mas ele é enorme!
O sorriso de Chase se ampliou ao ver a expressão encantada do garoto.
— Eu não disse? Sabia que você ia gostar.
— Obrigada por nos trazer aqui. — Disse Althea com um pequeno sorriso.
— Eu só queria não precisar deixar vocês aqui sozinhos. — A voz dele baixou em um tom brincalhão, suave por causa de Josh. — Eu preferia muito mais ficar com vocês dois. Mas o que posso fazer quando o trabalho chama e precisa ser resolvido imediatamente?
Althea soltou uma risada baixa.
— Isso é responsabilidade sua.
— Pedi para Beni e Arthur ficarem de olho em vocês. Me avisem quando a reunião terminar.
Ela assentiu em compreensão.
— E Josh... — Acrescentou Chase, se abaixando um pouco para ficar na altura do garoto — Cuide bem da sua mãe. Enquanto eu estiver fora, você é o homem da casa, certo, campeão?
— Não se preocupe, papai. Pode deixar comigo! — Josh estufou o peito orgulhosamente e deu tapinhas nele.
— Muito bem. Então eu vou indo. Divirtam-se. Tenho certeza de que a senhora Yoshida tem muitas histórias para contar... E também vai querer ouvir as suas.
Para Althea, Chase era um homem incrivelmente mente aberta. Ele nunca a restringia, nunca tentava cortar suas asas. Enquanto algo não causasse dano, tudo podia ser conversado. Mas, no momento em que algo se tornava sufocante ou desagradável, Chase estabelecia limites claros sem hesitar.
Pouco tempo depois, uma mulher na faixa dos cinquenta anos se aproximou, vestindo um elegante quimono. Seu rosto se iluminou de reconhecimento e felicidade assim que viu Althea.
— Althea!
Althea jamais imaginou que voltaria a encontrar aquela mulher tão gentil e calorosa. No dia anterior, enquanto aproveitava suas pequenas férias, recebeu uma mensagem da senhora Yoshida Sugimura. Ela queria encontrá-la, e Althea aceitou imediatamente. Afinal, ainda tinha mais dois dias em Mighatan antes de voltar para SunCity.
Seus assuntos ali já haviam terminado. Não havia mais nada prendendo-a naquela cidade.
— Senhora Yoshida! — Althea a abraçou com carinho, como alguém reencontrando uma velha amiga muito querida. — Estou tão feliz em vê-la novamente.
O abraço entre elas foi caloroso e familiar, quase como o de duas pessoas da mesma família.
Quando Yoshida finalmente se afastou, seu olhar suavizou ao pousar sobre Josh.
— E esse deve ser o Josh. Como você está, querido? Ainda se lembra de mim?
Fatias de sashimi de atum vermelho, salmão coral e hamachi claro estavam organizadas elegantemente sobre bandejas de pedra, decoradas com finas rodelas de limão e folhas frescas de shiso. Uma bandeja de sushi nigiri brilhava como joias, cada peça perfeitamente moldada, como se tivesse acabado de sair das mãos de um mestre culinário.
Ao lado, camarões e vegetais empanados em tempurá repousavam dourados e crocantes sobre folhas especiais para absorver o excesso de óleo.
E aquilo estava longe de ser tudo.
Uma pequena panela de shabu-shabu fervia suavemente, esperando por finas fatias de wagyu cru para serem mergulhadas no caldo aromático. Próximo dela, uma generosa tigela de lámen soltava vapor, coberta com carne chashu, meio ovo cozido e uma folha escura de nori, tentadora demais para ser ignorada.
No centro da mesa, uma bandeja quadrada de madeira exibia vários wagashi, doces japoneses delicados em tons pastel: Mochi, dorayaki e daifuku recheados com pasta doce de feijão vermelho.
E bem ao lado do lugar de Josh, um prato de sorvete de matcha o aguardava, coberto com feijões azuki e um wafer crocante, claramente preparado pensando nele.
A sala transmitia um equilíbrio perfeito entre elegância e conforto. Apesar de toda a sofisticação, havia calor naquele ambiente, como se Yoshida não estivesse tentando ostentar riqueza, mas simplesmente mimar seus convidados da melhor maneira possível.
— Uau... Eu posso experimentar tudo isso? — Os olhos de Josh permaneceram grudados naquela mesa cheia de maravilhas.
— Claro! — Respondeu Yoshida com um sorriso satisfeito. — Na verdade, eu estava esperando que nosso pequeno cavalheiro aproveitasse bastante.
Josh deu uma risadinha antes de olhar para a mãe.
— Posso, mamãe?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Arrependimento Dele - Ex-Marido Me Quer de Volta
Tô super indignada cm esse livro. Nossa cm pode o cara tratou ela cm um ND . Aí ela encontrou um homem pra dar TD o q o outro não fez. E aí a autora decidiu matar o homem q a ajudou a se sentir viva e colocar novamente o daven . Como pode o chese morrer pra q daven fosse feliz novamente . Nossa eu nka li um livro e sentir tanta repulsa. Pq o devendo mereceu felicidade enquanto q foi suporte e afeto teve q morrer. Nossa tô frustrada de verdd...