O CEO Noivo Da Minha Irmã Um Amor dos sonhos Eu não posso acreditar nele

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Cap.32

O CEO Noivo Da Minha Irmã

Gisele

— Ótimo, vamos.

Sem entender nada fui levada pelo Adrian para dentro da casa, e para não chamar ainda mais atenção do que já estava, simplesmente o deixei me levar.

Sinceramente odeio isso no Adrian, pois ele não aceita um não, e isso é insuportável, então mal entrei no quarto que ele me levou, e assim que ele fechou a porta já reagi.

— Você ficou louco, porque você me trouxe aqui?

— Calma Gisele, só fiz o que você queria, te trouxe até meu quarto, agora você pode ir ao banheiro, que irei te aguardar e depois conversamos.

— Não quero ir mais ao banheiro, pois passou a minha vontade, e agora prefiro voltar ao trabalho, e não tenho mais nada para conversar com você, Adrian!

— Mas, como não quer, você disse que era imediato!

— Passou a vontade, pelos céus, Adrian, você não cansa de estragar a minha vida, vou perder meu trabalho aqui!

Estou no meu limite, é preciso fugir dele, já que não vou conseguir aguentar, pois infelizmente ainda sinto algo por ele, e não quero ser boba de acreditar nele mais uma vez, pois o Adrian tem um humor volátil, e não quero sofrer de novo rejeição. Ele, então vendo minha dúvida, imediatamente tenta novamente me convencer.

— Boneca, você não precisa trabalhar assim, se sente, pois você está exausta, e mesmo que você não me queira por perto, eu não vou permitir que você trabalhe tanto carregando meu filho para sofrer com você, então é melhor você entender que a partir de agora isso acabou!

— Tá bem, vou me sentar, mas só alguns minutos, pois de verdade estou cansada.

— Ótimo, relaxe um pouco, Gisele, que vou pedir alguma coisa para você comer, há algo que você queira?

— Não, por favor, não faça isso Adrian, pois eu não quero que a dona Lucrécia saiba que estou aqui no seu quarto com você.

— Por que não, Gisele, eu não quero manter segredo, pois não sou homem de esconder nada!

— Ei, você é noivo da minha irmã, Adrian, é todos aqui provavelmente sabem disso, e por falar nela, cadê a Karina?

— Esqueci a Karina, Gisele, pois aqui o assunto é outro.

— Não mesmo, aqui o assunto é sua cara de pau, pois eu sei Adrian que ela está com você aqui, pois vi ontem fotos de vocês no avião, só não prestei atenção que vocês viessem para o Brasil!

Ah, então quer dizer que você é ciumenta e possessiva?

— Não, eu não sou nada disso, e, é você que não presta e…

— Calma, nem termine, mas agora posso entender sua frieza, porém não se preocupe com a Karina, pois ela não está aqui, ficou em São Paulo no

— Sério, mas que conveniente isso, porém não muda

— Gisele, você está se preocupando por nada, e…

Mal terminei de ouvir ele curtindo com minha cara, e já me levantei, para ir embora, pois só pode ser isso, ele sinceramente é um cínico, louco é sem noção. Então sem pensar já fui direto para a porta, ele em seguida me segurar mais uma vez, porém não vou ceder, nem que para isso precise gritar, então já tirei a mão dele do meu braço, de forma totalmente brusca e me voltei o olhando cheia raiva, e disparei.

— Me solte ou vou gritar, e saiba que em mim você nunca mais tocará, te odeio, Adrian!

Surpreso com minha reação, raivosa. Adrian me deixou sair, então bati a porta com força, pois estou totalmente sem paciência, e por isso já fui direto para o local reservado de funcionários, e peguei minha bolsa e achei o celular, ligando em seguida para o meu padrasto, e pedi para ele me buscar com urgência.

Logo depois fui até a cozinha, e falei com a senhora Márcia, ela é a chefe da cozinha, uma mulher na casa de cinquenta anos, muito boa comigo desde do dia que cheguei, mas infelizmente precisei mentir que estava me sentindo mal, e precisa ir para casa.

— Vai querida, você está muito pálida, e seguramente é melhor você ir, e não

um amor, me senti péssima por menti, mais faço qualquer coisa para fugir do Adrian, pois eu não posso acreditar nele, e ser idiota

fui em direção a saída da fazenda, o caminho é cheio de palmeiras, tão lindo o lugar, pena que agora não vou poder mais voltar, pois definitivamente vou

Conseguiu caminhar até rápido, e já fora dos portões da fazenda, sigo pelo asfalto, pois seria muito melhor já encontrar meu padrasto Carlos na estrada, eu queria sumir o quanto antes dali, e segui andando sem olhar para

Cheia de pensamento conflitantes, não consigo deixar de pensar como o destino é cruel, trazendo o Adrian até o Brasil assim, mas realmente isso poderia vir acontecer, pois filho dos patrões

Para meu alívio, vejo meu padrasto chegando, e rapidamente entrei no carro dele, mas Carlos já preocupado começa a me fazer perguntas.

Está tudo bem filha, com

só estou cansada e quero ir para

— Tem certeza, Gisele, pois você parece pálida e

— É, só cansaço, Carlos, juro que não tenho

— Se você diz, porém se quiser podemos ir até o hospital, e você pode ver se está tudo bem com você e com