O Delegado (Duologia os Delegados vol1) romance Capítulo 18

Diogo

Fazia mais ou menos dois dias que eu não via minha tigresa, estava louco para ficar com ela, fodê-la. Meu pau estava tão dolorido de tesão, que achava que estava com o pior caso de bolas azuis. Queria largar tudo e ir até a sua casa rasgar a maldita camisola — da qual não sabia a cor — que ela estava usando para me deixar bem duro. Só de lembrar como já tinha fodido ela deitada de lado e sem ela perceber…

Abri as pernas dela e a toquei, sentindo seu prazer molhando meus dedos. Me deu uma louca vontade de chupar aquela bocetinha carnuda que ela tinha.

Mas não fiz, ela estava dormindo, porém seu corpo estava consciente de que o dono dele estava ali para pegar o que era dele de fato. Puxei-a para os meus braços e ela veio de bom grado, dando um suspiro de felicidade. Acho que, mesmo dormindo, ela sabia que eu estava ali, ou então estava sonhando comigo.

Coloquei uma de suas pernas em cima do meu quadril e enfiei um dedo dentro dela, que se contorceu toda, mas continuou a dormir. Pensei que estava até acordada, mas não, ela estava dormindo profundamente. Estoquei mais um dedo dentro dela, que começou a ondular como se estivesse tendo um sonho erótico comigo. Com a outra mão, eu passava nos seus seios, apertando levemente seus mamilos até deixá-los duros. A minha tigresa começou a gemer.

Sem aguentar, tirava e entrava com dois dedos dentro dela, até que ela começou a se mexer no ritmo dos meus dedos. Não sei como ela não acordava, e eu todo aceso que estava. Tirei meus dedos de dentro dela, ouvi um gemido de frustração e enfiei três dedos, sentindo os espasmos da bocetinha dela, que os estava chupando mais para dentro. Porra, não ia aguentar isso, peguei meu pau e introduzi bem devagar, ouvindo mais gemidos, agora de alegria. Ela achava que estava sonhando, e isso me deixava doido.

Comecei a estocar devagar e fui aumentando a velocidade dos movimentos. Sabia que iria deixá-la marcada, mas não estava nem aí. Tinha uma das mãos na perna dela para dar um impulso, e a outra tocava no clitóris. Sabia que naquele momento sim minha tigresa estava acordada.

— Ah, Diogo, que delícia, mete assim — ela gemeu.

— Está gostando, né, putinha, seu homem te comendo desse jeito?

— Sim, por favor, me coma — ela pediu, me deixando doido. Tirava meu pau dela e voltava com força total, deixando-a lânguida.

— Vou te comer, minha putinha gostosa — eu falava no seu ouvido, deixando-a mais acesa.

Metia com tudo. Sabia que deveria estar machucando-a, mas os gemidos que dava e o palavreado dela quase me fizeram gozar. Saí de dentro dela, fazendo Nella choramingar, a virei de quatro, levantei a bunda dela e coloquei para dentro meu pau, e voltei a meter com força na minha tigresa, que gemeu com a súbita mudança.

— Delícia, mete com mais força — ela pediu, gemendo.

— Está gostando, né, putinha? Aqui vai — saí de dentro dela e meti com mais vigor, fazendo-a levantar o corpo para se ajustar a mim.

— Sim, estou amando ter seu pau dentro de mim — ela me falou.

Observei a sua mão passando por baixo dela e senti os seus dedos tocarem no meu pau, e logo a ouvi gemer mais e mais enquanto se tocava. Aquilo foi me deixando fora de controle, o sexo entre nós era espetacular. Senti a boceta dela apertando meu pau e, percebendo que a minha tigresa já estava para gozar, disse:

— Goza para mim, minha tigresa.

Com isso, ouvi o grito dela. Logo depois, eu estava socando até não aguentar mais e dei um grito quando cheguei ao orgasmo.

Minha lembrança desse dia maravilhoso foi apagada quando ouvi a voz da minha mulher.

— Diogo, algum problema?

— Não, tigresa, estava com o pensamento longe — respondi, rouco.

— Então, esse tom de voz rouco quer dizer que estava sonhando com qual das nossas fantasias? — ela me perguntou, e senti pelo tom que já estava excitada.

— Daquela vez que te acordei, gostosa.

— Amei aquela noite, amo todas as vezes que fazemos amor.

— Eu também, tigresa. Você chegou bem em casa?

— Sim, eu cheguei bem, querendo você do meu lado.

— Daqui a algumas horas vamos estar juntos — eu falei, olhando para o meu relógio de pulso.

— É melhor mesmo, delegado.

— Sim, vou estar te fodendo nessa cama.

— Promessas, promessas — ela provocou.

— Vou cumprir, minha tigresa.

— Então, Diogo, mudando de assunto, você percebeu como o Davi está meio estranho?

— Sim, eu ia comentar com você, mas como ele foi junto com a gente no restaurante…

— Falando nisso, quem sabe da próxima vez vamos ver se achamos um com cabine?

— Cabine? Como assim? — perguntei, confuso.

— Sim, estava fazendo uma pesquisa para o meu próximo livro.

— Tá, amor, mas como eu me encaixo nisso? — perguntei, ainda não entendendo aonde ela queria chegar.

— É simples, no meu livro vai ter uma cena erótica quase daquele jeito que a gente fez no restaurante agora há pouco.

Ai, meu Deus, gemi só com o pensamento que a minha tigresa estava lembrando.

— Nella, amore, melhor nem lembrarmos aquela cena, que fico todo duro novamente.

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