Rafael realmente era seu pai, foi um teste que ela fez pessoalmente, portanto não poderia estar errado.
Nicole segurava o relatório, incapaz de pronunciar uma única palavra.
— Não pense demais, vamos para casa e conversamos. — Disse Davi, tocando gentilmente o ombro de Nicole.
Nicole negou com a cabeça:
— Davi, preciso ir primeiro à Mansão dos Amorim.
Sendo Rafael seu pai biológico, uma revelação tão impactante, ela naturalmente tinha que contar para a família Amorim.
Davi disse:
— Certo, eu vou com você.
Originalmente, eles tinham planejado ir juntos à Mansão dos Amorim no dia seguinte.
Mas agora Nicole não podia mais esperar, e com Davi ao seu lado, ela se sentia um pouco mais segura.
Os dois entraram no carro, e Davi dirigiu em direção à Mansão dos Amorim.
Ao chegar a um cruzamento, Davi parou o carro:
— Eu pedi para o Rivaldo trazer algumas coisas, vamos esperar alguns minutos.
Nicole, distraída, assentiu, ainda imersa em seus pensamentos.
O que Davi pediu que Rivaldo trouxesse eram presentes para a família Amorim; embora o plano tivesse sido antecipado, era a primeira visita deles à Mansão dos Amorim, e ele não queria chegar de mãos vazias.
Esses itens já estavam prontos, então bastava Rivaldo entregá-los.
Logo, começou a chover forte, e as pessoas na rua corriam, com as gotas de chuva batendo no para-brisa e rapidamente embaçando a visão, tornando impossível ver o exterior.
Davi pegou um maço de cigarros do porta-objetos e colocou um entre seus dedos bem definidos.
Ele não acendeu o cigarro, pois Nicole não gostava do cheiro.
Davi, com uma leve ruga entre as sobrancelhas, parecia tenso encostado no banco.
Nicole, perdida em seus pensamentos por um momento, percebeu que ele estava agindo de forma incomum e se virou para ele, olhando-o com curiosidade:
— Davi, o que houve? Você está nervoso?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Doce Amor do Magnata para a Secretária Inocente